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    “Momento não poderia ser mais propício”, diz Joesley Batista sobre viagem de Lula à China

    Dono do grupo J&F, que fará parte da comitiva de empresários, diz em artigo que país asiático “já é realidade concreta e fundamental”

    Ida de empresários ao gigante asiático é, na visão de Batista, uma oportunidade para continuar a explorar os laços entre os dois países
    Ida de empresários ao gigante asiático é, na visão de Batista, uma oportunidade para continuar a explorar os laços entre os dois países Divulgação

    Da CNN

    O empresário Joesley Batista, acionista e filho do fundador da multinacional J&F, disse que o “momento não poderia ser mais propício” para a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à China.

    Em artigo publicado nesta sexta-feira (24) na Revista Veja, Batista afirmou que a comitiva de empresários montada pelo presidente, da qual faz parte, deve “fortalecer a posição geopolítica do país” e “contribuir para acelerar o comércio exterior” entre as duas potências globais.

    “O Brasil senta-se a mesa respaldado pela força de seu empreendedorismo. Grandes e pequenas empresas estarão representadas, seja diretamente, seja por meio das dezenas de entidades de classe que participarão da viagem”, escreveu ele.

    “É do trabalho dessas empresas que nasce o poder que eleva o país para qualquer tipo de discussão com outras nações.”

    No artigo, Joesley Batista afirmou ainda que a China é o principal mercado de exportação do grupo, representando cerca de 30% do que sai da JBS – braço pecuário da multinacional – e outros 35% das exportações de minério de ferro e manganês da J&F.

    Segundo ele, a relação com a China contribui para a geração e manutenção dos mais de 160.000 empregos diretos do grupo no Brasil, “além de outros milhões indiretos”.

    “A China já é uma realidade concreta e fundamenta para os negócios da J&F e de muitas empresas brasileiras. Ainda assim, as oportunidades a serem exploradas continuam sendo imensas”, escreveu.

    A ida de empresários ao gigante asiático é, na visão do executivo, uma oportunidade para continuar a explorar os laços entre os dois países, tendo em vista o momento de crescimento econômico da China previsto para este ano.

    Para a Fitch Ratings, segundo análise divulgada no dia 8 de fevereiro, a expectativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) da China cresça 5% em 2023, como resultado da retomada do consumo e da atividade econômica após o abandono da política “Covid-zero”.

    Publicado por Tamara Nassif