China condena inclusão de entidades em sanções da UE contra Rússia

A medida “vai contra o espírito do consenso alcançado entre os líderes chineses e da UE e prejudica gravemente a confiança mútua”, afirmou um porta-voz do Ministério do Comércio da China

Ziyi Tang e Ryan Woo, da Reuters, Beijing
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O Ministério do Comércio da China manifestou, no sábado (25), “firme oposição” à inclusão de entidades chinesas pela União Europeia em sua 20ª rodada de sanções contra a Rússia, exigindo sua retirada imediata da lista.

O pacote de sanções da UE visa fornecedores de países terceiros de itens críticos de alta tecnologia, incluindo entidades sediadas na China acusadas de fornecer bens de dupla utilização ou sistemas de armas ao complexo militar-industrial da Rússia.

A medida “vai contra o espírito do consenso alcançado entre os líderes chineses e da UE e prejudica gravemente a confiança mútua e a estabilidade geral das relações bilaterais”, afirmou um porta-voz do Ministério do Comércio da China em comunicado.

O ministério advertiu que tomaria “as medidas necessárias” para proteger as empresas chinesas e afirmou que “todas as consequências serão arcadas pela parte da UE”, acrescentou o comunicado.

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