Morgan Stanley: Nvidia e Broadcom estão "protegidas" de crise de energia

Banco estimou em setembro que os desenvolvedores ​de data centers nos EUA enfrentarão um déficit líquido de ⁠energia de 34% até 2028, ⁠equivalente a 32 GW

da Reuters
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Nvidia e Broadcom estão relativamente protegidas contra o agravamento ​da crise de energia nas ​centrais de processamento de dados dos Estados Unidos, afirmou o Morgan Stanley em relatório nesta segunda-feira (5).

Porém, qualquer atraso resultante nas implantações de infraestrutura para inteligência artificial pode afetar os fabricantes de chips de memória, componentes ópticos e ⁠outros processadores secundários.

O ​banco estimou no mês passado que os desenvolvedores ​de data centers nos EUA enfrentarão um déficit líquido de ⁠energia de 34% até 2028, ⁠equivalente a 32 GW.

O boom da IA ​gerou ‌bilhões de dólares em investimentos em data centers, ⁠mas as enormes necessidades de computação e eletricidade da IA generativa estão cada vez mais esbarrando nos problemas de fornecimento ‌de ⁠eletricidade nos EUA.

Tanto ‌Morgan Stanley quanto Goldman Sachs sinalizaram restrições crescentes à expansão dos data centers nos EUA; o GS espera um ⁠impacto limitado no curto prazo ⁠devido à resistência política, enquanto o MS vê desafios relacionados à ‌mão de obra, energia e política.

O Morgan Stanley afirmou que não vê os gargalos colocando em risco as previsões da Nvidia ou da Broadcom para 2027, citando ‌a visibilidade dessas empresas quanto à alocação de chips, à expansão geográfica e à coordenação entre centros ⁠de dados, fornecedores de chips e a cadeia de abastecimento de energia.

Se a capacidade de produção de chips não puder ​ser implantada, os clientes poderão adiar entregas ou cancelar ​pedidos, sendo que componentes de memória, óptica, gerenciamento de energia e analógicos são os mais expostos a problemas de fornecimento, afirmou o Morgan ‌Stanley.

 

 

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