BlackRock alcança recorde de US$ 15 trilhões em ativos sob gestão

Ativos sob gestão do grupo com ​sede ‌em Nova York atingiram recorde de US$ 15,34 trilhões ⁠no trimestre, ante US$ 12,53 trilhões um ano antes e US$ 13,89 trilhões no primeiro trimestre de 2026

Por Arasu Kannagi Basil e Lewis Krauskopf, da Reuters
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A BlackRock reportou nesta quarta-feira (15) ​um lucro no segundo trimestre ​acima das expectativas de Wall Street, em resultado apoiado pela alta do mercado de ações, que elevou o valor dos ativos dos clientes, e pelo fluxo de recursos para seus fundos negociados em bolsa (ETFs).

Em termos ajustados, a gestora ⁠obteve lucro de ​US$ 13,91 por ação nos três meses encerrados em ​30 de junho, superando as expectativas de US$ 12,59, de ⁠acordo com estimativas compiladas pela ⁠LSEG.

Os ativos sob gestão do grupo com ​sede ‌em Nova York atingiram o recorde de US$ 15,34 trilhões ⁠no trimestre, ante US$ 12,53 trilhões um ano antes e US$ 13,89 trilhões no primeiro trimestre de 2026.

A maior gestora de ativos ‌do ⁠mundo captou ‌US$ 192 bilhões em recursos de clientes durante o período, impulsionada pelo bom desempenho de sua linha de ETFs iShares, ⁠contra US$ 68 bilhões em ⁠igual período do ano anterior e US$ 130 bilhões no primeiro trimestre de ‌2026.

Os produtos de renda variável representaram US$ 71,6 bilhões em fluxos líquidos no trimestre, enquanto os produtos de renda fixa representaram US$ 92 bilhões.

"Os fundamentos do mercado são sólidos ‌e bem sustentados, com margens mais altas e um impulso nos lucros catalisado por novas tecnologias. A escala ⁠e a profundidade de nossos relacionamentos com clientes em todo o mundo nunca foram tão grandes", disse o ​presidente-executivo da BlackRock, Larry Fink, em um comunicado.

A empresa aumentou ​seu plano de recompra de ações em 2026 de US$ 1,8 bilhão para US$ 2 bilhões.

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