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    Boeing entrega 44 aviões em junho, uma queda de 27% na comparação com 2023

    Empresa americana vê queda na entrega de aeronaves comerciais em meio a desafios legais e de produção

    Logo da Boeing em um 737 Max no Reino Unido
    Logo da Boeing em um 737 Max no Reino Unido REUTERS/Peter Cziborra/Arquivo

    Reuters

    A Boeing divulgou nesta terça-feira (9) que entregou mais jatos comerciais no mês de junho do que qualquer outro mês deste ano.

    Entretanto, o total de 44 aviões representou uma queda de 27% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Essa queda nas entregas das aeronaves se dá em meio a desafios legais e de produção constantes enfrentados pela empresa.

    A empresa prometeu expandir a produção até o final do ano, após enfrentar problemas envolvendo suprimentos e operar uma linha de montagem mais lenta desde o incidente envolvendo a perda de parte da fuselagem de um jato 737 MAX 9, ocorrido em 5 de janeiro, o que intensificou a inspeção regulatória.

    No acumulado do ano, a Boeing entregou 175 aviões, atrás de sua rival europeia Airbus, que entregou 323 aeronaves no primeiro semestre.

    Boeing declarou culpa em casos com 737 Max

    A Boeing concordou em se declarar culpada de uma acusação de conspiração para enganar a agência de aviação dos Estados Unidos, a FAA, por seu papel em dois acidentes fatais do 737 Max, segundo disse o Departamento de Justiça em um processo judicial na noite de domingo (6).

    Isso representa mais um problema para a empresa após uma série de erros de segurança, mas o acordo evita o que poderia ter consequências mais sérias.

    A empresa pagará até US$ 487 milhões em multas — uma fração dos US$ 24,8 bilhões do que as famílias das vítimas do acidente queriam que a fabricante de aeronaves pagasse. As famílias das vítimas de dois acidentes fatais do 737 Max se opõem ao acordo, disse o departamento.