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    Com geração Z, mais de 60% da força de trabalho nacional tem um perfil no LinkedIn

    Rede social profissional alcançou 75 milhões de usuários em 2024

    Logo do LinkedIn
    Logo do LinkedIn 21/2/2023 - REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Arquivo

    Marien Ramosda CNN* São Paulo

    O LinkedIn alcançou o marco de 75 milhões de usuários no Brasil – o que representa mais de 60% da força de trabalho nacional. O movimento foi impulsionado pela Geração Z (nascidos entre 1997–2012), que aumentou sua presença na plataforma de 2,5% em 2010 para 40% em 2024.

    Esse grupo é o que mais cresce no LinkedIn, ficando atrás apenas dos Millenials (nascidos entre 1981–1996), com 51%.

    De acordo com um levantamento da rede social, as áreas de saúde, varejo e atendimento ao consumidor — cargos considerados “linha de frente” — são as que a Geração Z ocupa em maior proporção.

    A base de usuários brasileira geral vem dos setores de serviços profissionais, manufatura, serviços administrativos, varejo e educação, segundo dados da rede social.

    “A proporção de profissionais da Geração Z na plataforma do LinkedIn é mais expressiva do que sua representação na população brasileira, o que é extremamente relevante para nós”, disse Milton Beck, diretor-geral do LinkedIn para América Latina e África.

    Uso do LinkedIn pelos brasileiros

    O LinkedIn afirmou que 65% dos usuários utilizam a rede para se candidatar a empregos. Para mais de um quarto, a rede social é a principal ferramenta que utilizam para essa função.

    Entre os benefícios apontados por aqueles que usam a plataforma, sentir-se conectado à sua rede profissional e se manter atualizado sobre informações do mercado de trabalho são as mais apontadas.

    Por isso, os conteúdos informativos têm ganhado cada vez mais força, com o dobro de engajamento que as demais publicações.

    “São quase 50 milhões de profissionais acessando a rede todas as semanas para buscar oportunidades, manter conexões e aprender”, explica o diretor-geral.

    Para o próximo ano, a proposta da plataforma é investir mais em Inteligência Artificial (IA), com novidades não divulgadas já para os próximos meses.