Huawei aumenta lucro líquido em 2025 com expansão do negócio automotivo

Crescimento mais rápido ocorreu no que o gigante tecnológico chinês chama de "negócio de soluções automotivas inteligentes", onde a receita aumentou 72% no ano passado

Dow Jones Newswires*, do Estadão Conteúdo
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O gigante tecnológico chinês Huawei registrou um aumento no lucro líquido em 2025, e a receita cresceu ligeiramente impulsionada pela expansão dos negócios relacionados ao setor automotivo.

Ao todo, o lucro líquido no ano passado subiu para 68 bilhões de yuans (cerca de US$ 9,8 bilhões), um aumento de 8,7% em relação ao ano anterior, informou a empresa nesta terça-feira (31).

A receita da Huawei aumentou 2,2%, atingindo 880,9 bilhões de yuans, aproximando-se do recorde histórico de pouco mais de 891 bilhões de yuans alcançado em 2020.

O crescimento mais rápido ocorreu no que a Huawei chama de "negócio de soluções automotivas inteligentes", onde a receita aumentou 72% no ano passado, atingindo 45 bilhões de yuans. O negócio fornece software e outros serviços para apoiar funções de direção autônoma em carros.

A empresa, cujos produtos incluem equipamentos de telecomunicações, smartphones e chips, tem feito um retorno constante após as sanções dos EUA impostas a partir de 2019, que limitaram a capacidade da companhia de fazer negócios em muitas partes do mundo. Os EUA bloqueiam o acesso da Huawei a tecnologia americana avançada, como equipamentos de fabricação de chips.

Apoiados pelo governo chinês, a Huawei tem investido em tecnologia de rede para agrupar mais chips e aumentar as capacidades de computação. A empresa informou que as despesas com pesquisa e desenvolvimento atingiram 192,3 bilhões de yuans no ano passado, ou 21,8% da receita, um aumento de 7% em relação ao ano anterior.

A Huawei busca oferecer aos clientes uma alternativa aos chips fabricados pela Nvidia.

*Fonte: Dow Jones Newswires

**Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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