CNN Brasil Money

Pedidos de marmita foram os que mais cresceram em 2024, diz iFood

Levantamento aponta que solicitações por esse termo cresceram 18% este ano

Felipe Andrade
Compartilhar matéria

Os pedidos por marmita foram os que mais cresceram em 2024, aponta levantamento realizado pelo iFood. As buscas pela categoria tiveram alta de 18%.

O segundo lugar ficou com itens de padaria, que aumentaram 11%. Em seguida, estão os pedidos de açaí, que cresceram 9%. Os dados levantados pela empresa foram passados com exclusividade para a CNN.

“Quando olhamos para o ano de 2024 da vertical de restaurantes, vimos que conseguimos ampliar as oportunidades a mais empreendedores, que encontram no iFood parte importante da renda", diz Beatriz Pentagna, diretora de marketing para negócios.

Veja os pedidos que mais cresceram em 2024 nos estados:

São Paulo

  • Marmitas, crescimento de 17%, com aumento absoluto de 2.745.916
  • Padaria, crescimento de 11%, com aumento absoluto de 1.014.779
  • Pastel, crescimento de 10%, com aumento absoluto de 483.526
  • Comida árabe, crescimento de 8,5%, com aumento absoluto de 517.940
  • Doces e bolos, crescimento de 6,5%, com aumento absoluto de 949.007

Rio de Janeiro

  • Sucos, crescimento de 25%, com aumento absoluto de 12.756
  • Frangos, crescimento de 24,5%, com aumento absoluto de 58.440
  • Marmitas, crescimento de 21%, com aumento absoluto de 489.562
  • Pastel, crescimento de 16,8%, com aumento absoluto de 69.289
  • Hambúrgueres, crescimento de 12,6%, com aumento absoluto de 118.886

Mais estabelecimentos

Segundo o balanço da empresa, quase 60 mil novos comércios - entre restaurantes e outros - começaram a oferecer seus produtos e serviços pela plataforma.

Os restaurantes tiveram uma média mensal de 653 milhões de visualizações de pratos.

Conforme os dados divulgados pelo ifood, a plataforma movimenta 110 milhões de pedidos por mês, com um contingente de 360 mil entregadores. Ao todo, são 380 mil estabelecimentos parceiros e 55 milhões de clientes nas 1500 cidades onde o serviço está disponível.

Acompanhe Economia nas Redes Sociais