Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Prévia do PIB indica queda de 0,04% da economia em janeiro, mostra BC

    Em relação a janeiro de 2022, IBC-BR aponta crescimento de 3,03% da economia brasileira

    Samantha Kleinda CNN

    Brasília

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), registrou leve retração no começo de 2023 e é considerado estável neste início de ano. De dezembro de 2022 para janeiro deste ano o indicador recuou 0,04%. O Banco Central divulgou o índice nesta segunda-feira (17).

    Em relação a janeiro de 2022, porém, o indicador mostra crescimento do PIB em 3,03%. Já em comparação aos últimos 12 meses, o IBC-Br aponta que a atividade econômica cresceu 3%.

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 2,9% no ano passado. Em 2022, o PIB, que é a soma dos bens e serviços produzidos no país, totalizou R$ 9,9 trilhões em valores correntes. No ano anterior, o PIB registrou expansão de 5%.

    Já o Banco Central aumentou sua projeção de crescimento econômico em 2023 a 1,2%, contra patamar de 1% estimado em dezembro, informou o Relatório Trimestral de Inflação divulgado no final de março. Já no Boletim Focus desta segunda (17), a projeção é mais conservada, com expectativa de aumento do PIB em 0,9%.

    Segundo o Banco Central, a melhora “moderada” na estimativa é resultado de surpresas positivas em componentes do setor de serviços em 2022, que ampliam o carregamento estatístico para este ano, além de prognósticos mais positivos para a indústria extrativa e os primeiros indicadores referentes ao início deste ano.

    “Apesar da revisão, a projeção continua refletindo cenário prospectivo de desaceleração da atividade econômica em 2023, na comparação com os dois anos anteriores”, disse, após 2022 ter registrado um crescimento de 2,9%.

    Os resultados do PIB e do IBC-Br são um pouco diferentes em razão do modelo da estimativa. O Banco Central, diferentemente do IBGE, não leva em conta a demanda para calcular o indicador, porém, assim como o Instituto, soma estimativas da agropecuária, dos serviços, da indústria e do impacto dos impostos.