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    Taxa de desemprego cai a 7,6% no trimestre encerrado em outubro, diz IBGE

    Resultado representa um recuo de 0,3 ponto percentual (p.p.) na comparação com os três meses anteriores e é o menor desde o trimestre encerrado em fevereiro de 2015, quando ficou em 7,5%, diz o instituto

    Movimentação de clientes no comércio popular do Rio de Janeiro
    Movimentação de clientes no comércio popular do Rio de Janeiro João Gabriel Alves/Agif - Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo - 24.dez.2022

    Da CNN*

    taxa de desemprego no Brasil caiu a 7,6% no trimestre encerrado em outubro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (30).

    O resultado representa um recuo de 0,3 ponto percentual (p.p.) na comparação com os três meses anteriores e é o menor desde o trimestre encerrado em fevereiro de 2015, quando ficou em 7,5%, diz o instituto.

    Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

    Nos três meses até outubro, a população desocupada caiu 3,6% em relação ao trimestre anterior (ou menos 261 mil), totalizando 8,3 milhões de pessoas.

    / Arte CNN

    Já o grupo formado de pessoas ocupadas atingiu 100,2 milhões de pessoas, o maior contingente desde o início da série histórica, no primeiro trimestre de 2012.

    Esse número é 0,9% maior que no trimestre anterior (adição de 862 mil) e 0,5% maior que o mesmo período de 2022 (mais 545 mil), diz o IBGE.

    Com isso, o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 57,2%, alta de 0,4 p.p. frente ao trimestre de maio a julho. “A população ocupada segue tendência de aumento que já havia sido observada no trimestre anterior”, diz Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas por amostra de domicílios do IBGE.

    A renda média real do trabalhador foi estimado em R$ 2.999 no trimestre encerrado em outubro, um crescimento de 1,7% em relação ao trimestre encerrado em junho e de 3,9% frente ao mesmo período do ano passado.

    Uma das explicações, de acordo com Beringuy, é a expansão continuada entre ocupados com carteira assinada, posição na ocupação normalmente com rendimentos maiores. “Ou seja, a leitura que podemos fazer é que há um ganho quantitativo, com um aumento da população ocupada, e qualitativo, com o aumento do rendimento médio”, diz.

    Já a massa de rendimento atingiu novamente o maior patamar da série histórica da pesquisa, ao ser estimada em R$ 295,7 bilhões, destaca o instituto. Frente aos três meses anteriores, o aumento foi de 2,6%. Na comparação com o trimestre encerrado em outubro de 2022, uma expansão de 4,7%.

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