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    TCU avalia suposta aquisição indevida de ouro pelo Banco Central

    Em 2021, o BC realizou a maior quantidade de compra de ouro das últimas duas décadas

    Em fevereiro, o Banco Central e a Agência Nacional de Mineração (ANM) foram intimadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para darem explicações sobre a aquisição de 129 toneladas de ouro, por R$ 39 bilhões
    Em fevereiro, o Banco Central e a Agência Nacional de Mineração (ANM) foram intimadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para darem explicações sobre a aquisição de 129 toneladas de ouro, por R$ 39 bilhões Divulgação/Banco Central do Brasil

    Gabriel Garciada CNN

    Brasília

    O Tribunal de Contas da União (TCU) deve avaliar, nesta quarta-feira (23), informações relacionadas à suposta aquisição indevida pelo Banco Central (BC) de 129 toneladas de ouro.

    Em fevereiro, o Banco Central e a Agência Nacional de Mineração (ANM) foram intimadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para darem explicações sobre a aquisição de 129 toneladas de ouro, por R$ 39 bilhões.

    Em resposta à intimação, o Banco Central informou que debate em conjunto com outros órgãos públicos um novo mecanismo de fiscalização que possibilite a rastreabilidade do ouro extraído de garimpo. O relator do processo é o ministro Antonio Anastasia.

    Durante a sessão, também serão avaliadas as competências atribuídas ao Banco Central relacionadas “à estabilidade e à eficiência do sistema financeiro através do estabelecimento das taxas de juros aplicáveis no Brasil”.

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