Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Todos precisam ter “cautela” com pronunciamentos sobre a economia, diz Pacheco

    Declaração ocorre após Lula afirmar que Brasil dificilmente alcançará a meta de déficit zero em 2024

    O presidente do Senado evitou falar em porcentagem. Mas ressaltou que zerar o déficit é uma meta que deve ser “continuamente perseguida”
    O presidente do Senado evitou falar em porcentagem. Mas ressaltou que zerar o déficit é uma meta que deve ser “continuamente perseguida” Fotos Túlio Vidal / Divulgação ABRAINC

    Brenda Silvada CNN

    Brasília

    O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (6) que todos precisam ter cuidado ao comentar sobre a economia brasileira.

    “Temos que ter muita cautela com os pronunciamentos de todos nós sobre a economia”, disse Pacheco. Para ele, o cenário econômico brasileiros “depende muito da harmonia política.”

    Pacheco deu a declaração durante evento de macroeconomia promovido pelo BTG, em São Paulo. Ele foi questionado sobre o conflito entre as falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e as promessas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acerca da meta fiscal para 2024.

    Zerar o déficit fiscal no ano que vem é uma das principais bandeiras de Haddad. Na última semana, no entanto, Lula colocou os planos do ministro em xeque ao dizer a meta “não precisa ser zero.”

    O presidente do Senado evitou falar em porcentagem. Mas ressaltou que zerar o déficit é uma meta que deve ser “continuamente perseguida”.

    Pacheco disse ainda que o Congresso deve aprovar até o fim do ano matérias que dão sustentação ao marco fiscal. Citou, por exemplo, a taxação de apostas esportivas e de offshores.

    Reforma Tributária

    Pacheco também comentou sobre a proposta de reforma tributária que tramita no Senado. O presidente da Casa espera que o texto seja aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta terça-feira (7).

    O colegiado analisa a admissibilidade dos projetos e confere se a matéria não viola as cláusulas pétreas da Constituição. Depois, o texto segue para o plenário do Senado.

    Pacheco afirmou que pretende pautar a matéria já na quarta-feira (8).

    Veja também: Inflação e ata do Copom são destaques desta semana