"Fala Tu Lab" oferece formação de curtas e R$18 mil para cada produção
Projeto financiará quatro curtas documentais e tem inscrições abertas até 9 de novembro; filmes terão sessão de estreia em sala de cinema

O projeto "Fala Tu Lab" selecionará quatro projetos de curtas documentais, que receberão R$18 mil cada para a produção, além de um programa formativo e mentorias com duração de seis meses.
As inscrições para o programa, realizado pela Matizar Filmes em parceria com a Baluarte, são gratuitas e podem ser realizadas pelo site do projeto até 9 de novembro.
Câmera na mão e uma ideia na cabeça
O laboratório busca ser um espaço de experimentação e aprendizado, promovendo trocas e escutas cinematográficas diversas e inventivas.
Voltado para estudantes cotistas de universidades públicas e bolsistas de universidades privadas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o programa valoriza narrativas autorais e não convencionais , como filmes experimentais, interativos, performativos e poéticos.
"O cinema possibilita que a gente crie, que a gente vá além daquilo que normalmente a realidade oferece. E acho que essa é a graça: pegar as nossas histórias, as nossas limitações sociais, raciais e usá-las para fazer poesia, para trazer magia, para fazer cinema. Exatamente o que o Fala Tu Lab se propõe a fazer.”, conta Matheus Gomes, um dos selecionados na primeira edição do projeto.
Nesta edição, serão pré-selecionados 12 projetos e apresentados a uma banca especializada, que anunciará os quatro finalistas no dia 1 de dezembro.
Protagonistas das próprias histórias
O programa de formação contará com a coordenação pedagógica da pesquisadora Lia Bahia, mentoria dos cineastas Allan Ribeiro e Milena Manfredini, além de encontros formativos com nomes como Mariana Baltar, Negro Léo, Bernardo Oliveira, Juliano Gomes, Bruno Ribeiro, Rayanne Layssa, Heraldo HB e do diretor Marcelo Gomes, da Paradiso Multiplica.
“Correalizar o Fala Tu Lab significa fortalecer nosso compromisso em abrir caminhos. Queremos que mais jovens possam não apenas contar suas histórias, mas também escolher como contá-las, ampliando vozes e perspectivas no audiovisual brasileiro.”, destaca Paula Sued, sócia e diretora da Baluarte.


