Datafolha: governo Tarcísio tem 45% de avaliação positiva; negativa, 20%

Pesquisa ouviu 1.608 eleitores entre os dias 1 e 3 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Giovana Christ, da CNN Brasil, São Paulo
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O governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) é avaliado positivamente por 45% dos eleitores paulistas, enquanto 20% o avaliam negativamente, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste domingo.

São 32% os que acham a gestão regular. Outros 3% não sabem.

A avaliação positiva se refere ao índice de ótimo/bom. Já a negativa trata do ruim/péssimo.

Em março, a avaliação positiva do governo já era de 45%, assim como a negativa também era de 20%. Já o índice dos que achavam a gestão regular era de 31% e 4% não sabiam.

Aprovação

O instituto também mediu a aprovação da administração estadual: 63% aprovam o trabalho de Tarcísio à frente do governo, enquanto 32% desaprovam. Do total, 6% não sabem.

Desde o último levantamento, os indicadores oscilaram dentro da margem de erro. Em março, 64% aprovavam o governo paulista e 30% desaprovavam. Já a taxa dos que não sabiam se manteve constante.

Outros indicadores

Sobre as expectativas que tinham com Tarcísio, 46% dos entrevistados disseram que o governador fez menos do que esperavam no cargo. Outros 35% citaram que o governador fez o que era previsto e 13%, que fez mais do que esperavam.

Para os entrevistados, o maior problema do estado são, empatados com 27%, segurança pública e saúde, seguidos por educação (11%) e economia (3%).

Para as próximas eleições, Tarcísio tem 46% das intenções de votos no primeiro turno da disputa ao governo de São Paulo, seguido de Fernando Haddad (PT), com 30%.

Com o cenário, nenhum dos pré-candidatos venceria a eleição em primeiro turno. No segundo turno, o candidato do Republicanos tem 53% das intenções de votos e o representante do PT, 37%.

Metodologia

A pesquisa Datafolha entrevistou 1.608 eleitores em 71 municípios de São Paulo, entre os dias 1 e 3 de julho, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo SP-01703/2026.