Em evento com Tarcísio, Flávio pede que Justiça Eleitoral seja mais ágil

Senador comentou decisão do TSE em derrubar canal petista chamado "Exército de Lula" na manhã deste domingo

Filipe Pereira, da CNN Brasil*, Pedro Penteado, colaboração para a CNN Brasil, Guilherme Rajão, da CNN Brasil, São Paulo
Compartilhar matéria

Durante evento com prefeitos paulistas neste domingo (11), o senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) cobrou mais celeridade das decisões da Justiça Eleitoral.

Ao lado do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador comentou a decisão do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, de derrubar o canal do WhatsApp chamado "Exército do Lula", coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede).

"Eu espero de verdade que a Justiça Eleitoral seja mais ágil. Os caras criaram um canal de divulgação de mentiras em massa, a gente está pleiteando isso, é um absurdo... 'O Flávio vai acabar com a luz do sol', tem gente que acredita", disse.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também alertou aos aliados presentes no evento para não "abaixar a guarda", apesar do "cenário favorável".

"Nunca colocar o salto alto. Essas pessoas que já voltaram em nós, vamos fortalecer. Voltar pra urna. Conseguir mais um voto só", ponderou.

O evento organizado por Tarcísio e o prefeito da capital paulista Ricardo Nunes (MDB) contou com a presença e ajuda de prefeitos da Região Metropolitana de São Paulo na reta final do segundo turno.

"Vocês [prefeitos] são a referencia das pessoas nas cidades. O eleitor da sua cidade, olham pra vocês. É o primeiro pedido que quero fazer. Essa questão que o Ricardo Nunes falou, quem puder manter os comites ativados, fazer adesivaços. É uma ativação, o eleitor lembra, o eleitor compara", incentivou Flávio Bolsonaro.

O senador também disse que o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), protege os criminosos.

"Hoje é o Presidente da República que protege esses merdas. Tem um Presidente da República que não compactua. Dia 24 [sic] não vai ter festa no presídio", afirmou.