Quem é Marcelo Santtana, candidato ao Senado pela Bahia

Político do Democracia Cristã, de 68 anos, concorre ao cargo com Cinde Fatima e Lazaro Leite como suplentes

Larissa Santos, da CNN Brasil

Marcelino José Guimarães Santana, 68 anos, registrado como Marcelo Santtana (DC), é candidato ao Senado Federal pela Bahia nas eleições de 2026. Ele concorre com Cinde Fátima e Lázaro Leite, ambos do DC (Democracia Cristã), como primeiro e segundo suplentes, respectivamente.

Santtana é natural de Salvador, na Bahia, nascido em 8 de abril de 1958. Ele é formado em Direito e Letras pela Ucsal (Universidade Católica de Salvador) e também atuou como procurador municipal.

Carreira política

A trajetória política do candidato teve início em 2004, quando concorreu ao cargo de vereador no município de Lauro de Freitas (BA) pelo PDT (Partido Democrático Trabalhista), não obtendo êxito. Em 2006, pelo mesmo partido, conquistou uma vaga e assumiu o cargo de deputado federal pela Bahia.

Nos pleitos municipais seguintes (2008, 2012 e 2016), ele disputou novamente uma vaga no legislativo de Lauro de Freitas, ficando como suplente de vereador em todas as ocasiões. Em 2018, filiado ao Democracia Cristã, buscou retornar à Câmara dos Deputados, mas não foi eleito.

Em 2020, mudou o foco para o Executivo e disputou a prefeitura de Lauro de Freitas pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro), sem sucesso. Nas eleições de 2022, tentou mais uma vez o cargo de deputado federal, dessa vez pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), não sendo eleito. Mais recentemente, em 2024, voltou a concorrer à Câmara Municipal de Lauro de Freitas pelo MDB, terminando o pleito novamente como suplente.

Propostas

Em sua plataforma de propostas para o Senado na Bahia, ele defende a prisão perpétua para autores de crimes como latrocínio, feminicídio e crimes sexuais, além de priorizar o fim das audiências de custódia e da saída temporária de presos. Marcelo Santtana busca a diminuição da maioridade penal para 14 anos, a redução do mandato de senador para 4 anos, unificação das eleições, o fim do STF (Supremo Tribunal Federal) e a criação de uma Tribuna Constitucional.