Amanda Seyfried diz ter parado botox para atuar; entenda motivo
Atriz também abriu mão de maquiagem por um ano

Amanda Seyfried, 39, comentou sobre a dedicação dada para seu novo personagem, Ann Lee, de "O Testamento de Ann Lee".
No tapete vermelho do longa no Festival de Toronto, que aconteceu na última terça-feira (9), a atriz dizia estar satisfeita pelos sacrifícios que fez para viver a fundadora dos Shakers, um movimento religioso radical do século XVIII.
Seyfried afirmou que parou de usar botox e maquiagem por um ano para mergulhar no novo papel. "Não preciso necessariamente de tudo isso na minha vida. Eu simplesmente gosto. Das coisas que gosto, posso sacrificar um pouco. Claro que posso", disse para Etalk.
"Sou atriz, esse é o meu trabalho e é o que amo fazer... Fizemos sacrifícios e valeu a pena. Cada dia foi divertido. Não apenas sobrevivemos, como prosperamos."
Em uma conversa para a Vanity Fair publicada em agosto deste ano, Seyfried disse que tinha como hábito o procedimento estético em seus cuidados: "Foi uma grande tarefa... Quando fiz botox pela primeira vez, pensei: 'Isso é incrível', porque franzo muito a testa. Mas então tudo voltou de uma forma absolutamente necessária para todo o trabalho que eu estava fazendo."

Apesar de o longo tempo longe da toxina botulínica, as gravações de "O Testamento de Ann Lee" aconteceram em 34 dias, em uma produção de época que une música, dança e tragédia. A sinopse define a produção como uma "fábula épica inspirada na vida de Ann Lee", uma das poucas líderes religiosas femininas no século XVII.
"Ela e seus seguidores, conhecidos como Shakers, adoravam por meio de canções e movimentos extáticos — atos de devoção trêmulos, exuberantes e fisicamente expressivos", explica a diretora Mona Fastvold.
Exibido pela primeira vez no dia 1º de setembro durante o Festival de Veneza, "O Testamento de Ann Lee" foi ovacionado de pé por 15 minutos, se tornando a mais longa de qualquer filme no evento deste ano.


