Arlindo Cruz: veja as músicas mais bombadas do artista
Morte do cantor foi confirmada nesta sexta-feira (8)
Ícone do samba brasileiro, o cantor e compositor Arlindo Cruz morreu nesta sexta-feira (8), aos 66 anos. Ao longo dos mais de 40 anos de carreira, foi voz de diversos sucessos nacionais e deixa extenso legado na indústria, antes no grupo Fundo de Quintal, depois em carreira solo.
Entre os sucessos estão músicas como “O Show Tem Que Continuar”, “Saudade Louca”, “Meu Lugar”, “O Que É o Amor”, entre outros.
Segundo informações do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), Arlindo Cruz deixa 847 composições e 1.844 gravações. O Ecad fez um estudo das músicas de autoria do artista mais tocadas nos últimos cinco anos no Brasil e das suas canções mais regravadas até o momento.
A instituição ainda divulgou um ranking com as 10 músicas mais tocadas nos últimos cinco anos nos principais segmentos de execução pública (Rádio, Sonorização Ambiental, Casas de Festa e Diversão, Carnaval, Festa Junina, Show e Música ao vivo). Confira:
- "O Show Tem Que Continuar"
- "Meu Lugar"
- "Samba de Arerê"
- "O Bem"
- "Agora Viu Que Perdeu e Chora"
- Camarão que Dorme a Onda Leva"
- "A Pureza da Flor"
- "Será Que É Amor"
- "O Que É O Amor"
- "Bagaço da Laranja"
No serviço de streaming Spotify, as músicas mais populares do artista são "Será que É Amor", "Camarão que Dorme a Onda Leva", "Sonho Meu", "Meu Lugar" e "O Show Tem Que Continuar".
Na música desde a década de 1980, Arlindo Cruz também brilha em parcerias musicais de peso. Destaques são para suas colaborações com Zeca Pagodinho, Sombrinha e Mauro Diniz.
Algumas das músicas mais conhecidas fruto dessas parcerias incluem "Bagaço da Laranja" (com Zeca Pagodinho), "Meu Lugar" (com Mauro Diniz) e "O Show Tem Que Continuar" (com Sombrinha e Luiz Carlos da Vila).
A Lei dos Direitos Autorais (9.610/98) determina que os herdeiros de Arlindo Cruz receberão os rendimentos em direitos autorais por suas músicas por 70 anos após sua morte (ou de autores parceiros, no caso de músicas feitas em parcerias).
Arlindo Cruz era portador de uma doença autoimune, era traqueostomizado e tinha gastrostomia (GTT), ou seja, usava uma sonda alimentar.
Relembre a trajetória do sambista Arlindo Cruz


