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Baseado em peça, filme "Pluft, O Fantasminha" usa efeitos brasileiros

Com três adaptações audiovisuais, a história infantil marcou diferentes gerações

Fernanda Garcia, colaboração para a CNN Brasil
Cena de "Pluft, O Fantasminha"  • Reprodução/ Prime Video
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Inspirado na peça de Maria Clara Machado de 1955, "Pluft, O Fantasminha" ganhou uma produção cinematográfica em 2022, com efeitos especiais que inovaram a experiência dos espectadores.

Estreada no Teatro Tablado, no Rio de Janeiro, a montagem infantojuvenil aborda o medo de coisas diferentes, demonstrado no protagonista Pluft, um fantasma que tem medo de gente. A história ganhou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte na primeira exibição.

A outra personagem principal é Maribel, que é sequestrada pelo Pirata Perna de Pau que está em busca de um tesouro. Com isso, Pluft e os amigos do avô dela tentam resgatá-la.

A produção foi adaptada em outras duas versões, além do filme de 2022. A primeira foi em 1962, para o cinema, e outra em 1975, sendo a primeira produção infantojuvenil brasileira feita em cores, de forma teledramatúrgica.

A última versão foi realizada com a técnica de cinema 3D, tendo parte das filmagens feitas embaixo d'água, com atores aprendendo apneia (curtas paradas repetidas de respiração) e depois combinadas na pré-produção. Isso fez com que a utilização de CGI fosse menor, usando tecnologias brasileiras e buscando resultados mais "artesanais".

Além disso, o ator que interpretava Pluft, Nicolas Cruz, não contracenava diretamente com Maribel, feita por Lola Belli, por conta dos efeitos que teriam que ser usados no fantasma. Com isso, filmavam usando pontos de referência, em momentos separados.

Assista o trailer

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