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    Câncer de coração existe? Iberê Thenório, do Manual do Mundo, explica

    O apresentador explica que não é impossível, mas esse tipo de câncer é realmente mais raro que outros tipos da doença

    Sociedade Brasileira de Cardiologia mudou as diretrizes de diagnóstico para pressão alta
    Sociedade Brasileira de Cardiologia mudou as diretrizes de diagnóstico para pressão alta Manusapon Kasosod/Getty Images

    Manual do Mundo

    O público do Manual do Mundo, o maior canal de Ciência e Tecnologia da América Latina, sempre manda dúvidas curiosas e interessantes para o apresentador Iberê Thenório. No vídeo acima, ele responde algumas dessas perguntas, entre elas uma muito interessante: “Por que quase não se vê câncer de coração?”.

    O câncer, de forma genérica, é uma reprodução descontrolada das células do nosso corpo, o que acaba criando um tumor. Essas células cancerosas ainda podem se espalhar pelo corpo, ocorrendo o que é chamado de metástase.

    A divisão celular em si não é motivo de preocupação. Ela acontece de forma saudável o tempo todo. Faz parte da biologia humana. O problema é quando algumas dessas células fogem desse crescimento ordenado.

    No caso do coração, as células dele param de se reproduzir enquanto a pessoa ainda é jovem. Por isso a chance de aparecer um câncer nesse órgão é muito pequena. Sem contar que o coração é um músculo e não é tão comum surgir câncer em tecidos musculares. Não quer dizer que é impossível, apenas que é mais raro que outros tipos da doença.

    Cada câncer é uma doença diferente

    É importante ressaltar que cada tipo de câncer é praticamente uma doença diferente. Isso significa que quando os pesquisadores eventualmente encontrarem a cura de um tipo específico de câncer, não quer dizer que o tratamento servirá para todos os outros tipos.

    No entanto, se antigamente, quando uma pessoa descobria que tinha câncer era praticamente uma condenação à morte, hoje em dia isso mudou. Pessoas com câncer conseguem receber diversos tipos diferentes de tratamento e cada vez mais a mortalidade diminui.

    Nas últimas três décadas, a taxa de pessoas que morreram de câncer nos Estados Unidos diminuiu 33%, segundo um relatório de janeiro da Sociedade Americana do Câncer (American Cancer Society).