Emicida será mestre na Universidade de Coimbra, em Portugal

Rapper brasileiro participará de uma agenda diversificada de eventos que constam palestras, intervenções artísticas, rodas de conversa e entrevistas

Álbum "AmarElo", de Emicida, venceu Grammy Latino como melhor álbum de rock ou de música alternativa em língua portuguesa
Álbum "AmarElo", de Emicida, venceu Grammy Latino como melhor álbum de rock ou de música alternativa em língua portuguesa Foto: Instagram/ Reprodução

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo

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O rapper brasileiro Emicida será mestre no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em Portugal. O centro denominou a passagem de Emicida pela universidade como “residência artística”. 

“O Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra acolhe, pelo período de 3 meses, entre 25 de julho e 21 de outubro de 2021, a residência artística de Leandro Roque de Oliveira, conhecido artisticamente como Emicida”, anunciou a universidade nesta terça-feira (20).

Em uma publicação no Twitter, Emicida afirmou que recebeu muitas congratulações por ingressar na faculdade, e esclareceu que o desafio será como mestre, não como aluno. 

” Ó, muita gente me parabenizando por entrar na faculdade. Obrigado amigos. Mas eu não estou indo como aluno (embora eu seja um eterno aprendiz de tudo) estou indo como mestre ( aliás, adorei o título “cátedra insurgente”) e é uma honra sem tamanho”, disse.

Emicida participará de uma agenda diversificada de eventos que constam palestras, intervenções artísticas, rodas de conversa e entrevistas.

“Tendo em consideração a obra e o impacto público de Emicida, de que pode destacar-se o recente documentário de sua autoria “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, a residência artística irá promover uma reflexão e um diálogo transatlântico sobre a relação entre arte, ciência e transformação social”, destacou a universidade.

A instituição portuguesa destaca que o convite dirigido a Emicida constitui a iniciativa piloto da “Residência Artística CES”.

“Com esta proposta pretende-se criar um espaço emblemático de articulação entre investigação desenvolvida no CES e a criação artística com impacto público na promoção dos direitos humanos, na afirmação de vozes e linguagens negligenciadas pela cultura acadêmica e no estreitamento de diálogos com os movimentos sociais na Europa e no Sul global”. 

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