Preta Gil fala sobre tratamento de câncer no intestino e agradece fãs

"Estou muito confiante de que vou sair dessa vitoriosa", afirmou a cantora em vídeo publicado nas redes sociais

Da CNN Brasil
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A cantora Preta Gil publicou um vídeo (veja abaixo) nas redes sociais falando sobre o início do tratamento contra um câncer no intestino, diagnosticado na última quarta-feira (11), e agradeceu os fãs.

Na publicação, Preta Gil afirmou que vem passando por "dias difíceis, de muita reflexão, mas também de uma transformação muito profundo que estou passando".

A cantora inicia nesta segunda-feira (16) o tratamento contra a doença. "Estou muito confiante de que vou sair dessa vitoriosa", acrescentou a cantora.

Sobre o câncer de intestino

Sinais e sintomas

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), os sintomas mais frequentemente associados ao câncer do intestino são:

  • sangue nas fezes;
  • alteração do hábito intestinal (diarreia e prisão de ventre alternados);
  • dor ou desconforto abdominal;
  • fraqueza e anemia;
  • perda de peso sem causa aparente;
  • alteração na forma das fezes (fezes muito finas e compridas)
  • tumoração abdominal.

Esses sinais e sintomas também estão presentes em problemas como hemorroidas, verminose, úlcera gástrica e outros, segundo o Inca. Por isso, devem ser investigados para o diagnóstico correto e tratamento específico.

Tratamento

O tratamento é eficaz e pode levar à cura, principalmente quando o diagnóstico é realizado na fase inicial e a doença ainda não se espalhou para outros órgãos. Além da cirurgia, podem ser necessárias sessões de radioterapia ou quimioterapia.

“Estratégias de prevenção primária voltadas à promoção da alimentação saudável, manutenção de peso corporal adequado, prática de atividade física regular, redução do consumo de bebidas alcoólicas e interrupção do uso do tabaco têm grande potencial de reduzir os gastos associados com o câncer colorretal no Brasil”, ressaltou Liz Almeida, chefe da Coordenação de Prevenção e Vigilância do Inca.

Rinaldo Gonçalves destaca que o tratamento combinado é capaz de curar entre 70 e 85% dos casos. “Somente nos pacientes nos quais esse tratamento não for bem sucedido na eliminação da doença, torna-se necessário o tratamento através da cirurgia”.

(Publicado por Lucas Schroeder, com informações de Lucas Rocha e Tiago Tortella)

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