Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    #CNNPop

    Príncipe Harry contesta perda de proteção policial no Reino Unido

    O Duque de Sussex recebeu proteção total de segurança pelo Estado antes de decidir se afastar dos deveres reais em 2020

    Harry não teria mais direito à proteção policial pelo Reino Unido
    Harry não teria mais direito à proteção policial pelo Reino Unido 15/09/2023REUTERS/Piroschka Van De Wouw

    Por Michael Holden, da Reuters

    O príncipe Harry foi submetido a “tratamento ilegal e injusto” por parte do governo britânico, que decidiu retirar sua proteção policial enquanto ele estiver no Reino Unido, disse seu advogado ao Supremo Tribunal de Londres nesta terça-feira (5).

    Ao lado de outros membros importantes da realeza, Harry recebeu proteção total de segurança fornecida pelo Estado antes de decidir se afastar dos deveres reais e mudar para a Califórnia com sua esposa norte-americana Meghan, em 2020.

    O Ministério do Interior – pasta responsável pelo policiamento, imigração e segurança –, no entanto, decidiu em fevereiro deste ano que Harry deixaria de receber automaticamente segurança policial pessoal enquanto estivesse no Reino Unido, mesmo que ele próprio cobrisse os custos.

    O filho mais novo do rei Charles recebeu permissão no ano passado para contestar essa decisão na justiça.

    Shaheed Fatima, advogada de Harry, que não compareceu ao tribunal, disse que ele foi submetido a tratamento ilegal e injusto.

    “Esse caso é sobre o direito à segurança e proteção de uma pessoa”, disse a advogada. “Não pode haver um direito de maior importância para nenhum de nós.”

    Ela disse que o Comitê Executivo para a Proteção da Realeza e Figuras Públicas, conhecido como Ravec, não seguiu sua própria política nem prestou a Harry o tratamento dispensado a outras figuras, além de não informar o motivo da decisão.

    A “posição consistente de Harry tem sido – e continua sendo – de que ele deveria receber segurança do Estado à luz das ameaças/riscos que enfrenta”, disse Fatima em pedido por escrito.

    (Reportagem de Michael Holden)