Nos pênaltis, Itália confirma grande fase, bate Espanha e vai decidir Eurocopa

Se for campeã no domingo, a azzurra quebra jejum de 50 anos sem títulos na competição; pênalti decisivo foi batido por Jorginho, brasileiro naturalizado

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo
06 de julho de 2021 às 18:40 | Atualizado 06 de julho de 2021 às 19:27
Federico Chiesa gol da Itália Eurocopa
Federico Chiesa, após marcar gol na partida entre Itália e Espanha pela Eurocopa
Foto: Azzurra/Divulgação

No confronto entre duas das seleções europeias em melhor fase, a Itália venceu a Espanha nas cobranças de pênalti e vai decidir a Eurocopa no próximo domingo (11), no mesmo Wembley Stadium, em Londres.

O pênalti decisivo foi batido pelo volante Jorginho, brasileiro naturalizado italiano, um dos três que compõem a convocação italiana. Os outros dois também estiveram em campo na partida, inclusive com o lateral-esquerdo Emerson dando lugar ao zagueiro Rafael Tolói no decorrer da partida.

O adversário sairá do confronto entre Inglaterra e Dinamarca, que acontecerá nesta quarta-feira (7).

Sem atuações de grande destaque, cada seleção conseguiu chegar ao gol uma vez no tempo regulamentar. Engatando na segunda etapa, a Azzurra marcou aos 15 minutos do segundo tempo, com um contra-ataque rápido concluído com uma linda finalização de Federico Chiesa.

Os italianos estavam ensaiando o grito de finalista aos 35 minutos, quando Álvaro Morata mostrou a sua estrela, dominando dentro da área e chutando com a canhota sem chance para Donnarumma.

Mesmo com as substituições adicionais autorizadas em razão da Covid-19, Itália e Espanha fizeram uma prorrogação de times cansados, praticamente sem chance de gol, com exceção de uma bola italiana que alcançou as redes, mas foi anulado por impedimento.

Itália 1 x 1 Espanha

Pênaltis: 4 x 3

Local: Wembley Stadium, em Londres

Gols: Chiesa (I) e Morata (E)

Itália - Donnarumma; Di Lorenzo, Bonucci, Chiellini e Emerson (Rafael Tolói); Jorginho, Barella (Locatelli) e Verratti (Pessina); Chiesa, Immobile (Berardi) e Insigne (Belotti). Técnico: Roberto Mancini

Espanha - Simón; Azplicueta (Llorente), Eric García, Laporte e Alba; Busquets (Thiago), Koke (Rodri) e Pedri; Olmo, Oyarzabal (Gerard Moreno) e Fernán Torres (Morata). Técnico: Luis Enrique