COB lamenta morte de Oscar Schmidt e destaca legado: "Olimpismo agradece"
Entidade relembra trajetória olímpica e homenagens ao ex-jogador
O Comitê Olímpico do Brasil lamentou a morte de Oscar Schmidt e destacou a trajetória do ex-jogador no esporte. Em nota, a entidade classificou o “Mão Santa” como um dos maiores nomes da história do basquete.
Recordista brasileiro em participações olímpicas, Oscar disputou cinco edições consecutivas dos Jogos e se tornou o único atleta a ultrapassar 1.000 pontos na história da competição.
“O esporte brasileiro, infelizmente, se despede de um grande nome, mas tenho certeza que sua história jamais será esquecida. Mais do que resultados e medalhas, Oscar representou valores que definem o espírito olímpico”, afirmou o presidente do COB, Marco Antonio La Porta.
A entidade também destacou o legado deixado dentro e fora das quadras. “Seu legado permanece vivo nas quadras e corações que tocou ao longo de sua trajetória. Que sua memória siga motivando novas gerações”, completou.
Ex-companheiro de seleção, Marcelo Vido relembrou a convivência com Oscar e a carreira construída ao longo de mais de duas décadas.
“O basquete brasileiro e mundial perde uma de suas maiores estrelas. Mais do que um atleta excepcional, Oscar foi um amigo e um ser humano admirável”, disse.
Oscar integra os Halls da Fama da Fiba, da NBA e do COB. Em abril, ele foi incluído no Hall da Fama do comitê brasileiro, mas não compareceu à cerimônia por questões de saúde e foi representado pelo filho, Felipe Schmidt.
O COB também manifestou solidariedade à família. Oscar deixa a esposa, Maria Cristina Victorino, e os filhos Felipe e Stephanie.


