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    Diniz reclama de grama sintética após derrota do Fluminense no Brasileirão

    Treinador optou por reservas no duelo com o Palmeiras, no Allianz Parque, com medo das lesões para o Mundial de Clubes

    Fernando Diniz em jogo contra o Palmeiras
    Fernando Diniz em jogo contra o Palmeiras Foto: Cesar Greco/Palmeiras

    Guilherme Abrahãoda Itatiaia

    A opção de Fernando Diniz por iniciar o confronto com o Palmeiras, no Allianz Parque, com o time todo reserva foi para evitar lesões. Além do desgaste do elenco, o técnico afirmou que escolheu uma troca na equipe titular por causa da grama sintética. Ele é um dos grandes críticos dessa opção para jogos. O Flu perdeu por 1 a 0.

    “Já trabalhei no Athletico-PR (que possui grama sintética) e acho que é outra partida, muda a técnica, a tática do jogo. Para saúde do jogador, é um campo que traz malefícios adicionais se comparados ao de grama normal”, afirmou o técnico, sem colocar a derrota na conta do campo.

    “Se eu tivesse receio da (grama sintética) não teria colocado os jogadores. O sentido de poupar jogadores era muito mais pela sequência e coincidiu também de ser contra o Palmeiras em um campo sintético, que tem suas particularidades. Mas o fator primordial não foi o campo sintético, embora o campo sintético é um campo que muda o jogo”, comentou.

    Para o confronto com o Grêmio, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, na quarta-feira (6), no Maracanã, às 21h30 (de Brasília), Diniz ainda não sabe se vai usar força máxima ou se vai utilizar um time alternativo. O Fluminense estreia no Mundial de Clubes da Fifa, na Arábia Saudita, no dia 18.

    “Nosso cronograma era fazer a partida com o que temos de melhor. Era uma programação que já tínhamos desde que fomos campeões. Na medida do possível, vamos usar o que temos de melhor”, afirmou.

    Foco no Brasileiro

    Mesmo com a proximidade do Mundial de Clubes, Diniz segue batendo na tecla que a cabeça do elenco não está na competição. Segundo ele, após o duelo com o Grêmio – que para o Fluminense não tem muito valor – a cabeça estará voltada para o torneio em Jeddah, na Arábia Saudita.

    “Ainda não estamos focados no Mundial, estamos focados no Brasileiro, em terminar na melhor posição possível. Eu também acredito que a melhor forma de se preparar para o Mundial é se entregar no Campeonato Brasileiro. Desde a Libertadores, temos sido sistematicamente comprometidos com as partidas e com os treinamentos. Acordamos que era a melhor maneira de preparar”, revelou.

    Questionado se o Fluminense está preparado para o difíceis duelos no torneio, o técnico garantiu que a equipe chega para competir, independentemente de quem será o rival. Em uma eventual final, o provável adversário é o Manchester City-ING.

    “Vamos procurar fazer o melhor para competir. Se a gente muda o que faz como rotina, a chance de nos fragilizarmos é muito maior. Vamos procurar fazer adaptações necessárias para competirmos nos dois jogos que vamos fazer lá. A gente ainda não sabe quem vai ser o adversário. Temos que nos preocupar com a semifinal, que será um adversário duro. O futebol hoje mudou muito. A Liga Árabe é muito forte, do Egito também. Os times mexicanos são fortes. Vamos procurar fazer o melhor dentro das nossas características”, afirmou.

    O Fluminense encara na semifinal o vencedor do duelo entre Al Ahly-EGI, Auckland City-NZE ou Al Ittihad-SAU. Em uma possível final, o Flu enfrentaria quem passar entre Manchester City-ING, Léon-MEX ou Urawa Reds-JAP.


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    Este conteúdo foi criado originalmente em Itatiaia.

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