Fundador da WWE renuncia em meio a acusações de tráfico sexual

Ação movida por uma ex-funcionária alega que Vince McMahon ofereceu emprego e promoções em troca de sexo

Samantha Delouya, da CNN
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Vince McMahon renunciou ao cargo de presidente executivo da TKO, empresa controladora da WWE, após alegações de agressão sexual, tráfico e abuso físico. As alegações vieram à tona em uma ação movida por uma ex-funcionária da WWE, Janel Grant, que trabalhava na sede da gigante de luta livre, fundada por McMahon.

McMahon negou as acusações e disse que está preparado para se defender em tribunal. Mas, em comunicado nesta sexta-feira (26), McMahon anunciou sua renúncia da empresa.

"Por respeito ao Universo WWE, ao extraordinário negócio de TKO e aos seus membros do conselho e acionistas, parceiros e a todos os funcionários e superestrelas que ajudaram a tornar a WWE a líder global que é hoje, decidi renunciar ao meu cargo de presidente executivo e ao conselho de administração da TKO, com efeito imediato”, disse McMahon.

Relatos de que o empresário pagou indenizações a várias mulheres enquanto atuava como CEO e presidente da WWE têm circulado desde pelo menos 2022, mas o processo, aberto por Grant na quinta-feira (25), lança uma nova luz sobre a extensão da suposta má conduta de McMahon.

No processo, Grant alegou que McMahon ofereceu um emprego na WWE — e promoções posteriores — em troca de sexo. O processo de Grant também alega que McMahon a traficou para outros homens dentro e fora da empresa, incluindo John Laurinaitus, que trabalhava no departamento de relações de talentos da empresa e também é citado como réu no processo.

Vnce McMahon se envolveu em atos de “extrema crueldade e degradação” contra Grant durante seu tempo na WWE, alegou o processo.

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