Oliver Kahn pede "revanche" da final de 2002 e ironiza caso Balogun na Copa

Ex-goleiro lembrou que o meia Michael Ballack recebeu cartão amarelo na semifinal do Mundial do penta brasileiro

Da CNN Brasil
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O ex-goleiro Oliver Kahn entrou na lista de personalidades do futebol que reagiram ao caso envolvendo o atacante Folarin Balogun e aproveitou a polêmica para fazer uma provocação envolvendo a final da Copa do Mundo de 2002 contra o Brasil.

Em publicação nas redes sociais, nesta terça-feira (7), o alemão ironizou a decisão da Fifa de suspender a punição aplicada ao jogador dos Estados Unidos, que foi liberado para enfrentar a Bélgica nas oitavas de final mesmo após ter sido expulso na fase anterior.

Kahn lembrou que o meia Michael Ballack recebeu cartão amarelo na semifinal da Copa do Mundo de 2002, contra a Coreia do Sul, e, por isso, ficou suspenso da decisão diante da seleção brasileira.

"Se estamos reescrevendo a história do futebol agora, tenho uma pequena sugestão: gostaria que a FIFA anulasse o cartão amarelo mostrado a Michael Ballack na semifinal da Copa do Mundo de 2002, aquele que o deixou fora da final. E, já que estamos nisso, poderíamos muito bem rejogar a final contra o Brasil", escreveu.

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Na decisão disputada em Yokohama, a Seleção Brasileira venceu a Alemanha por 2 a 0, com dois gols de Ronaldo, e conquistou o pentacampeonato mundial.

Ballack foi um dos destaques da campanha alemã naquele Mundial, mas acabou desfalcando a equipe na final por causa da suspensão automática. Kahn, por sua vez, foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2002, mesmo com o vice-campeonato.

A publicação faz referência à decisão da Fifa de suspender, por um período probatório de um ano, a aplicação da punição imposta a Balogun após o cartão vermelho recebido na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina.

O caso ganhou repercussão internacional depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter telefonado ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, para pedir uma revisão da expulsão.

Desde então, a entidade tem sido alvo de críticas de dirigentes, federações e nomes importantes do futebol, como a Uefa, o ex-presidente da Fifa Sepp Blatter e o técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, que questionaram os impactos da decisão para a credibilidade da competição.

 

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