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    Leila Pereira já cutucou o Corinthians por patrocínio milionário; relembre

    Presidente do Palmeiras colocou em questão os valores divulgados pelo clube rival sobre patrocínio da VaideBet

    Leila Pereira já cutucou o rival corinthians por conta dos valores anunciados do patrocínio com a VaideBet
    Leila Pereira já cutucou o rival corinthians por conta dos valores anunciados do patrocínio com a VaideBet Reprodução/Instagram

    Edison Filhoda CNN

    A empresa VaideBet anunciou nesta sexta-feira (7) o rompimento do contrato de patrocínio com o Corinthians. A casa de apostas alegou violação de cláusula anticorrupção presente no contrato.

    O Corinthians enviou uma nota respondendo às alegações do suposto “laranja” no acordo. O clube reiterou que todas as negociações de patrocínios se deram de forma legal com empresas regularmente constituídas. No entanto, o Alvinegro se isentou de responsabilidade sobre eventuais repasses de valores a terceiros.

    O contrato assinado entre Corinthians e VaideBet era de patrocínio máster, válido por três anos, com valor de R$ 370 milhões.

    Na semana em que o acordo foi anunciado pelo presidente do Corinthians, Augusto Melo, o assunto ganhou repercussão por conta do alto valor, considerado o maior dentre todos os patrocínios do futebol brasileiro.

    Na ocasião, a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, colocou em questão os números divulgados sobre o então novo patrocínio corintiano.

    “Não adianta fechar patrocínio com valores astronômicos e ninguém ver o contrato. Sou contra cláusulas de confidencialidade no futebol. Acho que o jornalista e o torcedor têm direito de saber quanto o clube está recebendo, até para comentar, comparar. Muito fácil sentar e falar que o patrocínio é tanto e não comprovar. Depois [o patrocinador] não paga nada e como faz? Tem que ter responsabilidade para divulgar patrocínio”, afirmou a dirigente, que aproveitou para opinar sobre a idoneidade de empresas que buscam patrocinar clubes grandes como Palmeiras e Corinthians.

    “Não acredito em milagre. Aparecem empresas recém-criadas com capital social ínfimo, como podem oferecer patrocínio milionário com essas características? Não vamos aceitar, queremos empresas com credibilidade para honrar o patrocínio. Quero empresas sérias do lado do Palmeiras. Senão, fica muito bonito, falo que vai ser R$ 400 milhões e não pagam nada”, completou.

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