Arias pede, e Fluminense deve negociar colombiano ao futebol inglês

Colombiano está na mira do Wolverhampton, que prepara proposta

Guilherme Xavier, da CNN
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Jhon Arias pediu ao Fluminense para ser negociado. Nesta segunda-feira (14), após rumores de possível transferência para o Wolverhampton, o colombiano comunicou a diretoria sobre o desejo de sair.

Destaque do Tricolor das Laranjeiras na Copa do Mundo de Clubes, Arias tem o sonho de jogar na Premier League. Aos 28 anos, o meia-atacante e seu estafe entendem que essa pode ser a última janela para que o desejo seja realizado.

O Wolverhampton apresentou proposta de 20 milhões de euros, quase R$ 130 milhões na cotação atual. Os valores estão dentro do que foi estipulado pela diretoria, como antecipou a CNN, mas a negociação não foi aberta antes por conta do foco na disputa do Mundial de Clubes.

O Tricolor das Laranjeiras recusou a primeira oferta do Wolverhampton. O clube inglês prometeu realizar outra proposta, com valores superiores. A informação foi publicada primeiro pelo ge e confirmada pela reportagem.

O próprio clube carioca entende que, após grande desempenho na competição intercontinental, Arias está valorizado no mercado e o melhor momento para extrair o máximo da venda é agora. O Fluminense não quer se desfazer do jogador, mas, caso a oferta seja vantajosa, o negociará.

Interesse europeu por Arias é antigo

Desde o ano passado, quando deixou claro o desejo de jogar na Europa, Arias vem recebendo propostas. Mesmo que o interesse também tenha aparecido por parte de clubes dos Estados Unidos e Oriente Médio, a ideia é atuar no Velho Continente.

De lá, a melhor proposta veio do Zenit, que ofereceu 20 milhões de euros divididos entre valores fixos e bonificações por metas. O Fluminense se animou, mas o colombiano não tinha interesse em atuar na Rússia.

Além do Zenit, Girona, Feyenoord, Olympiacos e Galatasaray também apresentaram ofertas ao Tricolor das Laranjeiras, mas o negócio não avançou com ninguém.

Arias renovou o contrato com o Fluminense em fevereiro. Vale destacar que o clube carioca tem apenas 50% dos direitos econômicos do jogador, já que o restante pertence ao Patriotas, da Colômbia.

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