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    Seleção Brasileira atuará nos dois estádios mais caros do mundo; veja valores

    Com custo total superior aos R$ 40 bilhões, luxuosas arenas multiuso apresentam inovações tecnológicas e variadas opções de hospitalidade

    Murillo Grantda CNN

    A Seleção Brasileira estreia na Copa América nesta segunda-feira (24), às 22h, contra a Costa Rica, no SoFi Stadium, em Los Angeles, Estados Unidos. Com sedes luxuosas, o Brasil disputará as duas primeiras rodadas nos dois estádios mais caros do planeta.

    Depois de atuar em Los Angeles, a equipe de Dorival Jr. jogará no Allegiant Stadium, em Las Vegas. O custo para construção das duas arenas, somadas, ultrapassa a casa dos R$40 bilhões.

    SoFi Stadium

    Palco da estreia diante da Costa Rica, o SoFi Stadium é casa de duas equipes de futebol americano: Los Angeles Rams e Los Angeles Chargers. Os custos para construção, inaugurada em 2020, foram de U$5,5 bilhões (R$29,75 bilhões) – os mais altos valores já movimentados para erguer uma arena esportiva no mundo.

    A obra foi financiada inteiramente por Stan Kroenke, dono dos Rams e de outras equipes esportivas, como o Arsenal, equipe inglesa de futebol, e o Denver Nuggets, time norte-americano que disputa a NBA.

    O estádio tem capacidade para 70 mil pessoas e pode chegar até 100 mil. O SoFi Stadium receberá a final, no dia 14 de julho. O local já recebeu o Super Bowl LVI e será sede da abertura da Copa do Mundo de 2026.

    Allegiant Stadium

    Já na próxima sexta-feira (28), o Brasil disputa sua segunda partida na Copa América, contra o Paraguai. O palco para o confronto será o Allegiant Stadium, em Las Vegas. Casa do time local de futebol americano, o Raiders, foi também a sede do último Super Bowl LVIII.

    O estádio, que demandou U$1,9 bilhão (R$10,28 bilhões) para a construção, conta com gramado retrátil, podendo variar entre o artificial e o natural, preparado para diferentes usos programados do espaço.

    Para Renê Salviano, especialista em marketing esportivo, essa versatilidade colabora para a captação de renda e “auto-manutenção” do estádio.

    “A tecnologia do gramado retrátil coloca o estádio como atrativo para diversos eventos mundiais. Essas oportunidades geram, também, maior visibilidade global do estádio, atraindo fãs de todo o planeta para visitar e conhecer o espaço, podendo acompanhar suas competições e atrações favoritas. A renda, decorrente destes fatores, aumenta consideravelmente, colaborando para a manutenção dessas ferramentas e assegurando a qualidade oferecida por essas arenas”, explica o CEO da Heatmap, agência que atua com marketing esportivo e patrocínios.

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