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Di Maria passa a ser investigado por apostas ilegais na Itália, diz jornal

Argentino seria um dos 20 nomes que passaram a ser alvo do Ministério Público de Milão; lista tem destaques do futebol italiano e até jogador de tênis

Lucas Sanches, da Itatiaia
Gol de Angel Di María na partida final entre as seleções da Argentina vs Franca, pela disputa do título da Copa do Mundo Qatar 2022
Gol de Angel Di María na partida final entre as seleções da Argentina vs Franca, pela disputa do título da Copa do Mundo Qatar 2022  • Foto: ALEXANDRE BRUM/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO
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O argentino Ángel Di Maria, atual jogador do Benfica, passou a ser investigado pelo Ministério Público de Milão por envolvimento em apostas ilegais. A informação é do jornal italiano Corriere della Sera e cita 20 nomes que estariam “na mira” da entidade na Itália.

O jogador defendeu a Juventus na temporada 2022/23, época em que os fatos teriam acontecido. O jornal italiano destaca que os 20 nomes participaram de jogos não autorizados no país pela Agência das Alfândegas e dos Monopólios, entre 2021 e 2023. Em especial, são citados jogos de pôquer online.

Os organizadores criavam salas fechadas, protegidas por senhas, e decidiam quem poderia participar. Além de Di Maria, foram citados os nomes de Florenzi (do Milan); Zaniolo (da Fiorentina); McKennie (da Juventus); e Paredes (da Roma).

Outras personalidades apontadas na investigação não são jogadores de futebol, como o tenista Matteo Gigante. Alguns dos nomes, por sinal, nem estão mais no futebol italiano, como o próprio Di Maria.

Segundo o Ministério Público da Itália, os jogadores em não entravam na casa de apostas ilegais para ganhar dinheiro, mas apenas para “ocupar o tempo livre”. O caso, entretanto, traz à tona as situações de Tonali (do Newcastle) e Fagioli (da Fiorentina), que sofreram duras punições em investigação por envolvimento com apostas esportivas.

No caso dos novos investigados, as sanções ainda são pouco previsíveis. Eles podem ser multados em cerca de 250 euros (menos de R$ 2 mil), entretanto, as implicações podem ser mais sérias caso a Federação Italiana de Futebol decida entrar no caso.

Esse conteúdo foi publicado originalmente em
ItatiaiaVer original 
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