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Em última vitória do Boca Juniors, papa ainda era argentino

Francisco estava vivo quando clube xeneize venceu pela última vez, em 19 de abril

Bruno Rodrigues, da CNN
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A crise do Boca Juniors em 2025 parece não ter fim. Neste domingo (27), a equipe xeneize perdeu por 1 a 0 para o Huracán, pelo Campeonato Argentino, e completou 100 dias sem vencer na temporada.

Quando venceu sua última partida, no 2 a 0 contra o Estudiantes em 19 de abril, o papa ainda era Francisco, que morreu dois dias depois, aos 88 anos.

De lá para cá, em pouco mais de três meses, o clube só acumulou resultados e marcas negativas.

Perdeu o Superclássico para o River Plate, foi eliminado do Argentino nas quartas de final, deixou o Mundial de Clubes sem vencer e, no torneio disputado nos Estados Unidos, empatou por 1 a 1 com o semiprofissional Auckland City, jogo em que sofreu gol de um professor de Educação Física.

Desde que voltou do Mundial, foram dois empates e duas derrotas, incluindo uma eliminação para o Atlético Tucumán na Copa Argentina.

"Sou responsável por tudo. É preciso encontrar a reação e seguir trabalhando", disse o técnico Miguel Ángel Russo após o revés para o Huracán.

"Ao torcedor do Boca, peço desculpas. Não é o normal. Temos que consertar as coisas das portas para dentro e nada mais."

Presidido pelo ídolo Juan Román Riquelme, que também tem enfrentado críticas pelo presente da equipe o Boca Juniors só voltará a campo dentro de duas semanas, quando enfrentará o Racing, no dia 9 de agosto, pelo Campeonato Argentino. Tempo para a comissão técnica buscar soluções e tentar tirar o clube da crise.

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