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Palmeiras bate o Corinthians nos pênaltis e conquista a Supercopa Feminina

Esta é a primeira vez que as Palestrinas levantam o troféu da competição nacional

Da CNN Brasil
Bia Zaneratto comemora seu gol para o Palmeiras contra o Corinthians na final da Supercopa Feminina
Bia Zaneratto comemora seu gol para o Palmeiras contra o Corinthians na final da Supercopa Feminina  • MARCO MIATELO/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
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O Palmeiras levou a melhor sobre o Corinthians e conquistou a Supercopa do Brasil Feminina 2026.

O título veio neste sábado (7), em duelo realizado na Arena Barueri. As Palestrinas superaram as rivais por 5 a 4 na disputa de pênaltis após o empate em 1 a 1 no tempo regulamentar.

A goleira Kate Tapia, do Palmeiras, foi o grande nome do clássico paulista. Nas penalidades máximas, a colombiana defendeu três cobranças das Brabas.

Esta é a primeira vez que o Palmeiras fatura a Supercopa. O Corinthians segue sendo o maior vencedor com três conquistas (2022, 2023 e 2024).

Gols só no primeiro tempo

O primeiro gol do clássico saiu logo aos oito minutos de jogo. Jaqueline levou a melhor em jogada individual e abriu o placar para as Brabas.

O Palmeiras empatou o confronto na reta final do primeiro tempo. Aos 39, a atacante Bia Zaneratto aproveitou cruzamento de Andressinha para cabecear e estufar as redes.

Decisão nos pênaltis

Na disputa das penalidades máximas, a goleira Tapia brilhou para o Palmeiras, defendendo as cobranças de Gabi Zanotti, Jhonson e Tamires.

Bia Zaneratto, Poliana, Duda Santos, Pati Maldaner e Tainá Maranhão converteram para o Palmeiras, enquanto Gláucia e Brena desperdiçaram suas chances.

No Corinthians, Vic Albuquerque, Thaís Ferreira, Letícia Monteiro e Gisela Robledo balançaram as redes.

Susto na decisão

A etapa inicial contou com um momento tenso após a goleira Lelê levar a pior em jogada com a palmeirense Bia Zaneratto.

Aos 16 minutos, a jogadora do Corinthians foi atingida na cabeça em dividida e acabou caindo no chão aparentando estar desacordada, preocupando as jogadoras das duas equipes.

Após sete minutos de atendimento, Lelê saiu de maca da Arena Barueri.

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