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    Presidente de CPI do Senado sobre material entregue por Textor: “20% são indícios, e não provas”

    Dono da SAF do Botafogo, o norte-americano John Textor, falou à Comissão Parlamentar de Inquérito na segunda-feira (22) e entregou material com supostas denúncias

    John Textor durante oitiva no Senado Federal, na CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas
    John Textor durante oitiva no Senado Federal, na CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas Reprodução/TV Senado

    Luciana Amaralda CNN

    O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investiga eventual manipulação de resultados de partidas de futebol no país, senador Jorge Kajuru (PSB-GO), afirmou à CNN que “20% são indícios, e não provas”, no material entregue por John Textor ao colegiado.

    “80% é marketing. Ele é meio [Elon] Musk, do Twitter [atual X]. Igual você levar a sério o Musk do Twitter. E 20% são indícios, e não provas”, disse Kajuru nesta quinta-feira (25).

    O senador informou que começou a olhar mais a fundo o material, de cerca de 180 páginas, nesta quarta (24). Outros senadores da CPI também estão analisando as supostas denúncias, assim como um advogado do Senado que auxilia a comissão.

    Na segunda-feira (22), dia em que o dono da SAF do Botafogo falou à CPI e entregou o material em parte da comissão fechada ao público e à imprensa, Kajuru chegou a falar que Textor havia apresentado “indícios indiscutíveis” aos senadores.

    Na ocasião, o empresário norte-americano teria apresentado um relatório e supostas evidências de manipulação de resultados envolvendo jogos do Campeonato Brasileiro.

    A próxima reunião da CPI está marcada para segunda-feira (29) e pretende ouvir depoimentos de pessoas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Foram convidados a ir à comissão o diretor de Governança e Conformidade da CBF, Hélio Santos Menezes Junior, o oficial de Integridade da CBF, Eduardo Gussem, e o diretor de Competições da CBF, Júlio Avellar.

    Como se trata de convites, eles não são obrigados a comparecer.

    Além de membros da CBF, a CPI deve ouvir ao longo das próximas semanas árbitros e dirigentes de clubes de futebol brasileiros, como a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, e do São Paulo, Julio Casares.

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