Massis completa três meses no São Paulo com gestão de cortes e revisões
Diretoria rescinde contratos, reduz despesas e amplia receitas em 2026

O presidente do São Paulo, Harry Massis, completou três meses no cargo nesta quinta-feira (16). A gestão adotou medidas voltadas à redução de gastos e ao aumento de receitas desde o início do mandato.
Entre as ações estão a revisão de contratos comerciais, rejeição de benefícios internos e cortes em despesas com eventos.
Nos primeiros 30 dias, a diretoria registrou economia de R$ 4 milhões.
O resultado financeiro de janeiro apontou variação positiva de R$ 11 milhões em relação ao previsto no orçamento para o período.
Reduzindo custos
A rejeição de regalias inclui fatores como cartão corporativo e plano de saúde. O clube ainda reduziu em 90% os gastos com o Carnaval e prevê ajustes na festa junina no meio do ano.
A folha salarial também foi impactada. Em três meses, houve redução superior a R$ 20 milhões por ano.
Mesmo com a chegada de seis jogadores — Danielzinho, Carlos Coronel, Dória, Lucas Ramon, Cauly e Arthur — o clube diminuiu custos com rescisões.
A gestão também ampliou a autonomia do diretor de futebol Rui Costa, que ocupa o cargo desde 2021. Ele participa do processo de reestruturação financeira do departamento.
Nessa seara, uma nova diretriz chamada “Regra de Ouro” foi criada após reunião com 26 gestores de diferentes áreas. A medida busca controle mais rígido das finanças, com foco na reorganização econômica e reflexos no desempenho esportivo.
Revisando contratos
Na área comercial, o clube rescindiu contrato com a empresa FGoal após indícios de irregularidades.
Para o serviço de alimentos e bebidas no Morumbis, foi firmada parceria com a GSH, com aumento de 150% em relação ao acordo anterior.



