Nike lança uniforme reserva da Seleção, que quase foi vermelho; relembre

Camisa em cor inédita chegou a ser produzida, mas foi vetada por Samir Xaud, presidente da CBF

Ana Cristina Schwambach, da CNN Brasil
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A Nike lançou, nesta quinta-feira (12), o uniforme reserva da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. A parceria com a Jordan, linha da marca que tem como embaixador a lenda do basquete Michael Jordan, apresentou o uniforme dois do Brasil que leva pela primeira vez o logo Jumpman.

Além do uniforme, a colaboração inclui uma coleção de streetwear e produtos de treino inspirados nas cores da Seleção. A linha também conta com modelos de calçados e chuteiras desenvolvidos para dialogar com o novo uniforme reserva do Brasil.

Apesar do lançamento ter ocorrido somente nesta quinta, as fotos oficiais do uniforme azul vazaram no início do mês, gerando comentários nas redes sociais. Mas essa não foi a primeira vez que a camisa dois do Brasil para a Copa de 2026 causou alvoroço nas redes.

Em 2025, o rumor de que o uniforme seria vermelho pela primeira vez "quebrou" a internet e terminou com intervenção da CBF.

Relembre a polêmica da camisa vermelha

Em abril de 2025, vazou a informação de que a camisa reserva da Seleção Brasileira para o Mundial de 2026 teria uma cor inédita: o vermelho. A informação, publicada inicialmente pelo portal Footy Headlines, dividiu e acalorou as opiniões nas redes sociais.

Alguns torcedores concordaram com a novidade, mas a grande maioria se mostrou contrária, assim como comentaristas e ex-jogadores. Casagrande, ídolo do Corinthians e ex-atleta da Seleção, considerou a ideia um "desrespeito" e "uma imbecilidade".

Diante da polêmica, a CBF afirmou que as imagens do suposto uniforme não eram oficiais e que a linha ainda não havia sido lançada pela Nike. Na mesma nota, a entidade reafirmou o compromisso com o próprio estatuto, que determina o padrão de cores amarelo e azul.

Nos bastidores, Samir Xaud, presidente da CBF, precisou intervir. A possibilidade da camisa vermelha era real e, inclusive, já estava em produção pela Nike, mas foi vetada pelo mandatário.

A nova cor havia sido aprovada diretamente por Ednaldo Rodrigues, ex-presidente da CBF, que deixou o cargo em maio de 2025 após ser afastado judicialmente.

Uma reunião entre o então recém-eleito presidente da entidade, Samir Xaud, e agentes da fornecedora de material esportivo selou o retorno para o padrão do segundo uniforme, com o azul predominante.

O próprio Xaud já havia confirmado, em entrevista ao programa Domingol com Benja, que lutaria pela reviravolta envolvendo o uso da camisa vermelha. Assim, a polêmica foi encerrada e o azul foi mantido.

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