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    Stephanie Frappart é primeira mulher a arbitrar uma partida na Champions League

    A francesa também já apitou partidas da Supercopa da UEFA, da Liga Europa e da Copa do Mundo de futebol feminino

    Francesa já arbitrou outros confrontos importantes
    Francesa já arbitrou outros confrontos importantes Foto: UEFA

    Ben Morse,

    da CNN

    A juíza francesa Stephanie Frappart fez história na noite de quarta-feira (2), quando se tornou a primeira mulher a arbitrar uma partida de futebol masculino da Champions League da UEFA. 

    Ela comandou a partida do grupo G, entre Juventus e Dynamo Kiev em Turim, na Itália. O time italiano levou a melhor com 3 gols contra 0 do adversário. Os gols foram marcados por Federico Chiesa, Cristiano Ronaldo e Álvaro Morata.

    Entretanto, este não é o primeiro jogo de alto nível técnico masculino que Frappart apita. Ela se tornou a primeira árbitra a comandar a final da Supercopa da UEFA, quando em 2019 apitou a partida entre Liverpool e Chelsea pelo troféu.

    Apenas um mês antes desse evento, Frappart parecia ter alcançado o topo da arbitragem feminina quando comandou a final da Copa do Mundo de futebol feminino entre os Estados Unidos e a Holanda, na França.

    Ela também foi a primeira mulher a apitar uma partida do campeonato francês, Ligue 1, o Amiens competiu contra o Strasbourg, em abril do ano passado.

    Em outubro, Frappart supervisionou sua primeira partida pela Liga Europa, entre o Leicester City e o ucraniano Zorya Luhansk.

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    Em entrevista à CNN após uma partida da Supercopa em Istambul, Frappart disse que apitar os maiores jogos do futebol feminino ajudou-a a preparar-se para trabalhar no futebol masculino, mas o tamanho das multidões foram um verdadeiro desafio para ela.

    “É sensação muito especial quando você entra no campo e a torcida está cantando para você”, ela explicou. “Eu nunca tinha experimentado isso em uma escala tão grande. Durante o aquecimento eu olhava a minha volta e pensava: ‘Bom, os times ainda não estão aqui, então os gritos devem ser para gente’”.

    “Quando olhava para a multidão – eu geralmente não interajo com a torcida – eles estavam olhando para nós e alguns até acenaram e colocaram os polegares para cima e me deram parabéns. Eu achei isso incrível.”

    (Texto traduzido do inglês, clique aqui para ler o original).

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