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Mausoléu de Pelé tem esquema especial para homenagens um ano após morte do ídolo

Durante o mês de dezembro, o local está aberto diariamente

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Pelé comemora a conquista da Copa do Mundo de 1970
Pelé comemora a conquista da Copa do Mundo de 1970  • Alessandro Sabattini/Getty Images
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No dia 29 de dezembro, a morte de Pelé completa um ano. Para relembrar a história do ídolo do Santos, a Memorial Necrópole Ecumênica implementou um esquema especial para o acesso ao Mausoléu do Rei.

Durante o mês de dezembro, o local está aberto diariamente, das 9 horas às 12 horas e das 14 horas às 18 horas, sem tempo de permanência estipulado. No entanto, é necessário realizar um cadastro prévio e gratuito no site da Memorial.

O Mausoléu Rei Pelé foi inaugurando em maio deste ano. Desde então, mais de 7 mil visitantes, nacionais e internacionais, prestam homenagens ao legado do Rei do Futebol, que morreu aos 82 anos.

O espaço tem 200 m² e conta com duas estátuas de tamanho real do Pelé feitas de latão, piso coberto de grama sintética e, nas paredes, um grande papel simula a torcida do Santos.

 

O túmulo é revestido por placas de alumínio dourado e tem quatro painéis, dois retratam os gols de Pelé, e os outros dois, a comemoração com o tradicional soco no ar. Além disso, nos quatros cantos do túmulo, há cantoneiras em formatos da Taça Jules Rimet, uma camisa com o número 10 e uma coroa.

Os visitantes também têm acesso ao veículo Mercedes Benz S-280, dado para Pelé pela montadora em 1974, em comemoração ao milésimo gol do jogador. O carro está exposto no Museu de Veículos do Memorial.

Pelé morreu no dia 29 de dezembro de 2022, em decorrência do câncer de colón. Após ser velado na Vila Belmiro, a cerimônia seguiu pelas ruas de Santos até a Memorial Necrópole Ecumênica no dia 3 de janeiro. No local, foi sepultado na presença da família em um mausoléu no primeiro andar.

Pelé teve um espaço reservado no nono andar da Memorial desde 2003, com uma vista para a Vila Belmiro. A escolha foi uma homenagem ao pai, que, quando jogava, usava a camisa nove.

No entanto, a família e o cemitério fizeram um acordo para que o craque fosse sepultado no mausoléu por uma questão de logística para o acesso do público.

*Com agências


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