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Campeã olímpica em Tóquio se aposenta aos 25 anos; veja o motivo

Belga Nina Derwael ganhou a medalha de ouro nas barras assimétricas

Da CNN Brasil
Nina Derwael, da Bélgica, foi a melhor ginasta na final das barras assimétricas
Nina Derwael, da Bélgica, com a medalha de ouro conquistada na Olimpíada de Tóquio  • Ashley Landis - 1.ago.2021/AP
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A ginasta belga Nina Derwael, campeã olímpica nas barras assimétricas em Tóquio 2020, anunciou, nesta segunda-feira (15), que está encerrando sua carreira aos 25 anos.

A decisão foi motivada pelo receio dos impactos físicos que a continuidade no alto rendimento poderia causar.

“Se eu quisesse voltar a competir em alto nível, como em Mundiais ou Olimpíadas, teria que submeter meu corpo a um desgaste ainda maior e por mais tempo. Esse é um risco que não quero mais correr”, disse Derwael em nota divulgada por sua assessoria.

A atleta de Limburgo brilhou em Tóquio, em 2021, quando conquistou o ouro nas paralelas assimétricas, sua principal especialidade.

Em 2024, tentou defender o título em Paris, mas acabou na quarta colocação, após lidar com uma lesão no ombro ocorrida 10 meses antes.

Carreira marcada por conquistas e pioneirismo

Nina Derwael encerra a carreira com um currículo expressivo, que inclui três participações olímpicas e quatro medalhas em Campeonatos Mundiais — sendo dois ouros nas barras assimétricas.

Ela também faturou quatro títulos europeus, dois deles já em 2025, justamente nas paralelas e na trave, reforçando sua dominância nas provas de aparelhos.

Além das medalhas, a ginasta fez história ao se tornar a primeira mulher belga a conquistar uma medalha em Mundiais de ginástica artística e a primeira a subir ao topo do pódio olímpico pelo país.

(Publicado por Luccas Oliveira)

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