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    Olimpíada 2024: atletas palestinos apostam em convites para disputar Paris 2024

    Presidente do Comitê Olímpico Palestino afirmou que todas as instalações esportivas em Gaza foram destruídas

    O presidente do Comitê Olímpico Palestino, Jibril Rajoub, em Ramallah
    O presidente do Comitê Olímpico Palestino, Jibril Rajoub, em Ramallah 12/6/2024 REUTERS/Ammar Awad

    da Reuters

    A maioria dos atletas olímpicos palestinos está contando com convites do Comitê Olímpico Internacional para participar dos Jogos de Paris em meio à guerra em Gaza, disse Jibril Rajoub, presidente do Comitê Olímpico Palestino, nesta quarta-feira (12).

    Um atleta palestino — do taekwondo — se qualificou por conta própria, enquanto outros estão treinando para atender aos padrões do COI em seus esportes e ter prioridade para os convites.

    Os convites fazem parte da regra de universalidade do COI, para que todos os comitês olímpicos nacionais estejam presentes nos Jogos. Os Jogos Olímpicos de Paris começam em 26 de julho.

    Seis a oito atletas, no mínimo

    “Temos um atleta, do taekwondo, que já se classificou”, disse Jibril Rajoub em uma coletiva de imprensa. “Teremos no mínimo de 6 a 8 (atletas).”

    Ele afirmou ainda que três atletas provavelmente seriam de Gaza, incluindo uma ou duas mulheres.

    Temos outras oportunidades no judô, boxe, levantamento de peso e natação. Todos eles (atletas) estão fora da Palestina agora. Eles estão realizando treinamentos em todo o mundo, em alguns (países) que nos receberam como convidados

    Jibril Rajoub, presidente do Comitê Olímpico Palestino

    Mais de 300 pessoas do esporte foram mortas na guerra

    Rajoub disse que, desde o início do conflito, em outubro de 2023, mais de 300 atletas, árbitros e autoridades esportivas foram mortos e todas as instalações esportivas em Gaza foram destruídas.

    “Há centenas de outros sob escombros e centenas sob a opressão da ocupação”, afirmou ele. “Somos oprimidos e violados pelo outro lado. Todos os palestinos estão sujeitos a essas opressões.”

    (Reportagem de Karolos Grohmann)

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