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    São Januário tem bombas, tiros de borracha e invasão a camarote em derrota do Vasco

    Clima de guerra marcou o sexto revés consecutivo do clube carioca no Brasileirão

    Clima de guerra em São Januário após a derrota para o Goiás
    Clima de guerra em São Januário após a derrota para o Goiás Reprodução/FootballCo

    Guilherme Abrahãoda Itatiaia

    A derrota do Vasco por 1 a 0 para o Goiás, em São Januário, nesta quinta-feira (22), ficou marcada por um verdadeiro cenário de guerra. Após o apito final, torcedores se revoltaram com mais um revés e partiram para a violência.

    Primeiro, os vascaínos jogaram bombas no campo, contra polícia e até mesmo contra jogadores que ainda deixavam o gramado de São Januário às pressas. Depois disso, com a imprensa presente nos camarotes, muitos invadiram a área restrita e tentaram agredir alguns jornalistas.

    Os vascaínos impediram os jornalistas de fazerem imagens e quebraram as portas de pelo menos cinco camarotes localizados na parte superior de São Januário. Muitos também subiram para o local, para escapar do gás e spray de pimenta disparado pela polícia para terminar a confusão.

    Muitas crianças no local também estavam nervosas com a situação, sendo amparadas pelos pais e por pessoas que estavam no meio tentando apaziguar. Alguns feridos corriam pela parte de cima e o marcado por um cenário de terror.

    Ao final, com a confusão contida, pelo menos dentro de São Januário, o diretor executivo, Paulo Bracks, atravessou o campo cercado por seguranças, mas muito hostilizado pelos presentes no local.

    Confusão com diretor do Goiás

    No intervalo da partida, o diretor de futebol do Goiás, Harley Menezes, estava muito irritado com as condições do camarote cedido para os dirigentes do clube. O ex-goleiro reclamava do tratamento e inclusive da facilidade com que torcedores batiam nos vidros do camarote.

    Em discussão com um segurança do clube, Harley dizia que “o Goiás nunca tratou o Vasco e nem nenhum clube desta maneira, como eles estavam sendo tratados”. Os responsáveis pela logística do estádio resolveram o problema colocando o diretor em um lugar mais reservado.

    Este conteúdo foi criado originalmente em Itatiaia.

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