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    • Lucas Ribeiro - Fundador e CEO da ROIT

      Lucas Ribeiro é advogado, empresário, professor e consultor tributarista e empresarial. É fundador e CEO do Grupo ROIT.

      Cursou administração com ênfase em marketing, especialização em direito tributário e planejamento tributário e especialização em projeto de software

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    opinião

    Transformação digital? Mais que isso: a palavra de ordem agora é hiperautomação

    Inteligência Artificial vem evoluindo em ritmo acelerado, atraindo receios diversos
    Inteligência Artificial vem evoluindo em ritmo acelerado, atraindo receios diversos

    Transformação digital. A expressão, que se tornou recorrente durante a fase mais aguda da pandemia da Covie-19, quando o isolamento social forçou a aceleração de atividades remotas e procedimentos on-line, não representa mais com exatidão o que é uma das novas necessidades das organizações. A palavra de ordem agora vai além: o passo necessário, mais do que nunca, é o da hiperautomação, principalmente para empresas de médio e grande porte, que vivem processos complexos e com grandes volumes.

    A hiperautomação é, em resumo, a combinação de RPA (Robotic Process Automation), Inteligência Artificial, Analytics e, o mais importante, o redesenho completo de processos e mentalidade da organização, substituindo completamente procedimentos repetitivos e operacionais por ações digitais, automatizadas e muito mais eficientes, com a mínima dependência humana possível. A hiperautomação não só pode como deve ser aplicada também em processos de gestão contábil, fiscal e financeira, isto é, para as atividades-meio de uma empresa.

    Uma pesquisa recente da plataforma Jitterbit, com profissionais seniores de médias empresas (as Mittelstand) de países centrais da Europa, como a Alemanha, aponta que 73% deles pretendem hiperautomatizar seus negócios entre dois e três anos. Para o mesmo levantamento, 77% desses profissionais afirmam que o caminho passa pelo uso de plataformas de integração. Um fato a destacar é que a pesquisa envolve empresas de médio porte, ou seja, a hiperautomatização de processos não é algo exclusivo a megacorporações. Pelo contrário, é imprescindível também para organizações de médio porte.

    Nesse sentido, boa parte das empresas segue executando, de forma manual, procedimentos para os quais já existem soluções em tecnologias da informação totalmente hiperautomatizados. O uso de RPA e inteligência artificial proporciona agilidade e precisão, em níveis incomparáveis com os processos convencionais. Mas cabe ainda o alerta: muitas organizações implementaram ou estão implementando apenas RPA, a fase 1 de 10 da hiperautomação!

    Cito o que fazemos aqui na ROIT. Desenvolvemos soluções que atuam desde a requisição de compras até o pagamento a fornecedores, aplicável “de ponta a ponta” em fluxo contábil e fiscal. Soluções que capturam e na sequência extraem, leem, analisam, interpretam e fazem o lançamento de todos os documentos envolvidos no processo de compras, como notas fiscais de serviços tomados, faturas, boletos bancários, invoices, contratos. Já superamos 2,1 bilhões de cenários tributários em nossa base.

    É o futuro: as tarefas manuais, as quais a robotização realiza com muito mais velocidade, ficam com a máquina. O profissional livra-se dessa atribuição operacional e utiliza sua competência e talento para a tomada de ações.

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