Mundo ultrapassa marca de 8 milhões de casos de Covid-19, diz universidade


Diego Freire, da CNN, em São Paulo
15 de junho de 2020 às 23:43 | Atualizado 22 de junho de 2020 às 04:51
Mapa de casos de coronavírus no mundo em controle da Universidade Johns Hopkins

Mapa de casos de coronavírus no mundo em controle da Universidade Johns Hopkins

Foto: Universidade Johns Hopkins/ Reprodução

O mundo ultrapassou, no fim da noite desta segunda-feira (15), a marca de 8 milhões de casos confirmados do novo coronavírus, que causa a Covid-19. As informações são da Universidade Johns Hopkins, instituição americana que atualiza um painel em tempo real com dados da doença.

Neste momento, os Estados Unidos são o país com mais casos (2,1 milhões) e mais mortes (mais de 116 mil) pela doença. O Brasil é o segundo colocado nas duas contagens, com mais de 888 mil casos e próximo de 44 mil mortes.

Na sequência, entre os países com mais casos, aparecem Rússia (mais de 536 mil), Índia (mais de 332 mil) e Reino Unido (mais de 298 mil).

Já os outros países com mais mortes são o Reino Unido (mais de 41 mil), a Itália (mais de 34 mil) e a França (mais de 29 mil). 

Os números compilados pela Johns Hopkins são atualizados várias vezes no mesmo dia. Segundo a universidade, os dados vêm de fontes como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e autoridades de saúde de diferentes países.

Aceleração no número de casos

Os primeiros casos do novo coronavírus foram identificados na China entre o fim de 2019 e o começo de 2020. O primeiro milhão de casos no mundo foi registrado em 2 de abril - portanto, mais de três meses após o início dos registros. A partir de então, porém, o crescimento se acentuou e o segundo milhão foi contabilizado já no dia 15 de abril. No mesmo mês, no dia  27, foi reportado o terceiro mihão de casos. 

O mundo chegou aos 4 milhões de casos em 9 de maio e aos 5 milhões no dia 21 daquele mês. 

No fim de maio, no dia 30, a Johns Hopkins apontou que o mundo ultrapassara os 6 milhões de casos. Posteriormente, foram registrados 7 milhões de casos no último domingo (7) e, agora, pouco mais de uma semana depois, já são 8 milhões.