Covid-19: mundo passa de 31 milhões de casos e 960 mil mortes, diz universidade

Segundo contagem da Universidade Johns Hopkins, EUA são o país com mais casos acumulados (6,8 milhões) e mortes desde o início da pandemia (199,5 mil)

Diego Freire, da CNN, em São Paulo
21 de setembro de 2020 às 03:16
Mulher faz teste para Covid-19 em Registro, no interior de São Paulo
Foto: Amanda Perobelli - 29.jul.2020 / Reuters

Na madrugada desta segunda-feira (21), pelo horário de Brasília, o mundo ultrapassou a marca de 31 milhões de casos confirmados do novo coronavírus e 960 mil mortes por complicações da Covid-19, segundo dados da universidade americana Johns Hopkins que levam em consideração os dados acumulados desde o início da pandemia.

Às 3h desta segunda, o painel em tempo real da universidade mostrava um total de 31.028.757 casos confirmados em todo o planeta e 960.698 óbitos relacionados a complicações pelo vírus.

Leia também:
Doria anuncia que São Paulo receberá 5 milhões de doses de CoronaVac em outubro

Reino Unido corre risco de novo lockdown, com Covid no maior índice desde maio

Os Estados Unidos seguem como o país com mais casos registrados (6,8 milhões), seguidos pela Índia (5,4 milhões), Brasil (4,5 milhões), Rússia (1 milhão) e Peru (768,8 mil).

A contagem de mortes também tem os Estados Unidos como país mais afetado em termos absolutos (são 199,5 mil óbitos registrados até o momento), seguidos pelo Brasil (136,8 mil), Índia (87,8 mil), México (73,4 mil) e Reino Unido (41,8 mil).

Segundo a contagem da universidade 21,2 milhões de pessoas que testaram positivo para o vírus desde o início da pandemia, em todo o mundo, já podem ser consideradas curadas.