Chile começa vacinação em massa com Coronavac nesta quarta-feira (3)

Inicialmente, a prioridade será para os grupos de risco, que correspondem a cinco milhões de pessoas

Giulia Alecrim*, da CNN, em São Paulo
02 de fevereiro de 2021 às 10:38 | Atualizado 02 de fevereiro de 2021 às 10:55
Chile utilizará a Coronavac, importada de Pequim, para iniciar vacinação em mass
Chile utilizará a Coronavac, importada de Pequim, para iniciar vacinação em massa
Foto: Thomas Peter/Reuters

O Chile deve começar nesta quarta-feira (3) a vacinação em massa da população utilizando a Coronavac, de acordo com o anúncio feito pelo presidente Sebastian Piñera. Inicialmente, a prioridade será para os grupos de risco, que correspondem a cinco milhões de pessoas, previstos para serem imunizados em fevereiro e março.

A vacinação com profissionais da saúde já havia sido iniciada em 24 de dezembro de 2020 com o imunizante da Pfizer, aprovado pelo país na semana anterior ao natal. Já o uso da Coronavac foi aprovado no dia 20 de janeiro deste ano.

O país recebeu nesta semana quase 4 milhões de doses importadas da vacina desenvolvida pela empresa Sinovac, e que no Brasil está sendo produzida em parceira com o Instituto Butantan, responsável pela introdução da Coronavac na América Latina, com exceção do Chile e do Uruguai.

Na semana passada, o Chile autorizou o uso da vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, tornando-se a terceira candidata disponível no país. Além disso, está prevista a aquisição de outras quatro milhões de doses da Johnson&Johnson, ainda que não tenha sido aprovada. A meta é vacinar 15 milhões de chilenos até a metade deste ano.

O país registrou 730.888 casos confirmados e 18.537 mortes pelo novo coronavírus, de acordo com a Universidade Johns Hopkins, e já imunizou mais de 67 mil pessoas, de acordo com o World In Data.

Sob supervisão Julyanne Jucá