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    40% da infraestrutura destruída de Mariupol não é mais recuperável, diz prefeito

    Vadim Boychenko pediu sanções mais fortes contra a Rússia e solicitou crimes de guerra sejam registrados por instituições internacionais

    Membro da tropa pró-Rússia em meio à destruição na cidade de Mariupol, Ucrânia.
    Membro da tropa pró-Rússia em meio à destruição na cidade de Mariupol, Ucrânia. 28/03/2022REUTERS/Alexander Ermochenko

    Mariya KnightHira Humayunda CNN*

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    Em uma mesa redonda na quarta-feira, o prefeito de Mariupol, Vadim Boychenko, pediu sanções mais fortes contra a Rússia e disse para que os crimes de guerra sejam registrados por instituições internacionais.

    Ele disse que mais de 90% da infraestrutura da cidade foi destruída pela Rússia e que pelo menos 40% disso “não é mais recuperável”.

    O conselho da cidade de Mariupol compartilhou uma transcrição dos comentários de Boychenko na mesa redonda, na qual o prefeito disse que o conselho da cidade criou uma comissão para “registrar os casos de destruição de propriedade comunal e privada” e que o conselho até agora registrou 300 dessas instâncias.

    Boychenko disse: “De acordo com estimativas preliminares, cinco mil pessoas morreram em Mariupol durante o mês do bloqueio, das quais cerca de 210 eram crianças”.

    Ele acrescentou: “As forças terroristas russas lançaram várias bombas pesadas em um hospital infantil e destruíram um dos prédios do hospital da cidade nº 1. Quase 50 pessoas foram queimadas vivas.”

    “O Drama Theatre foi bombardeado, onde mais de 900 pessoas estavam se escondendo do bombardeio na época. Estes são apenas alguns exemplos da destruição deliberada da população civil de Mariupol”, acrescentou Boychenko.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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