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    Ao menos 43 hospitais foram atacados na Ucrânia, confirma OMS

    Em reunião do Conselho de Segurança da ONU, embaixadora dos EUA condenou atos e disse que Rússia violou a soberania e integridade da Ucrânia

    Anna Gabriela Costada CNN em São Paulo

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou, nesta quinta-feira (17), o ataque contra 43 hospitais na Ucrânia, atos que causaram 12 mortes e dezenas de feridos, incluindo profissionais da saúde. A informação foi divulgada pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao Conselho de Segurança da ONU nesta quinta-feira.

    “Em qualquer conflito, os ataques à saúde são uma violação do direito internacional humanitário”, disse Tedros ao conselho de 15 membros, sem especificar quem foi o culpado pelos ataques.

    A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfield, condenou o ato e foi dura em suas críticas contra a Rússia.

    ” Foram 43 hospitais atacados pela Rússia. Os repórteres in loco mostram valas comuns em Mariupol, valas estreitas com corpos de crianças. Ontem uma bomba potente atingiu um teatro onde centenas de civis se abrigavam, a palavra criança estava escrita em letras grandes que podiam ser vistas com clareza do céu, mesmo assim os russos atacaram”, disse a embaixadora.

    Linda Thomas-Greenfield reiterou a fala do presidente Joe Biden, de que a “Ucrânia jamais será uma vitória para a Rússia”.

    “As ações da Rússia têm que ser condenadas. Como Biden disse, a Ucrânia jamais será uma vitória para Putin, independente do que ele alcance a Ucrânia jamais será uma vitória”.

    Ela afirmou que a a Rússia será responsabilizada por essas atrocidades; e disse que há uma forma de acabar com isso: “presidente Putin pare de matar, retire suas forças, saia da Ucrânia”.

    “A Rússia violou o direito internacional, violando a soberania e integridade territorial da Ucrânia. A tática brutal da Rússia matou civis, paramédico e jornalistas que mostravam a verdade sobre essa guerra. A Rússia atacou tudo que nos é sagrado e tudo que a ONU representa”, acrescentou a embaixadora.