Após exame de DNA, homem é preso nos EUA por assassinato cometido em 1979

James Herman Dye, de 64 anos, enfrenta acusação do assassinato de Evelyn Kay Day, que foi estruprada e estrangulada em novembro de 1979

Ilustração de cadeia de DNA
Ilustração de cadeia de DNA Foto: Public Domain Pictures/Pixabay

Theresa Waldrop e Konstantin Toropin,

da CNN Internacional

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Um homem do estado norte-americano do Kansas foi preso nesta semana por um assassinato que aconteceu em 1979 no Colorado. Um teste de DNA ligou o homem ao crime, disseram autoridades dos Estados Unidos. 

James Herman Dye, de 64 anos, enfrenta acusação do assassinato de Evelyn Kay Day, que foi estruprada e estrangulada em novembro de 1979. 

Day, que tinha 29 anos no momento de sua morte, trabalhava à noite como monitora do laboratório de negócios do Aims Community College, em Greeley, Colorado, de acordo com um depoimento. Ela foi vista pela última vez por um estudante em seu carro no estacionamento do campus às 22h do dia 26 de novembro de 1979.

Quando percebeu na manhã seguinte que Day não tinha voltado para casa, seu marido, Stanley Charles Day, relatou seu desaparecimento.

Os colegas de trabalho viram o carro de Day ao lado de uma estrada por volta das 17h30 de 27 de novembro e descobriram seu corpo no porta-malas. A declaração dizia que ela foi estrangulada com um cinto.

As autoridades coletaram evidências e seguiram várias pistas, mas não fizeram nenhuma prisão.

No ano passado, um detetive do condado de Weld pediu ao Departamento de Investigações do Colorado para executar as evidências de DNA do assassinato de Day por meio do CODIS, um banco de dados de perfis de DNA.

O DNA do estuprador combinava com o de James Herman Dye, assim como o DNA identificado na manga do casaco de Day e as raspagens de suas unhas.

O detetive checou com a faculdade onde Day trabalhava e descobriu que Dye estava matriculado como estudante lá nos trimestres de verão e outono de 1979 e em outros trimestres nos anos seguintes.

Os policiais entrevistaram Dye em 22 de março, na cidade de Wichita.

A declaração afirma: “o réu negou conhecer a vítima. O réu negou ter uma relação sexual com a vítima. O réu negou ter tocado na vítima. O réu negou que a vítima a tocasse. O réu negou ter matado a vítima. Esta foi a primeira vez que ele ouviu falar da vítima ser morta e ele não acompanhou a investigação.”

A data do julgamento ainda não foi definida, disse o escritório do promotor público.

Dye, que live na cidade de Wichita, no Kansas, está sob custódia no condado de Sedgwick. Não está claro se ele tem um advogado. 

 

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