Autoridades da Europa condenam ataque a tiros em Jerusalém

Pelo menos seis pessoas morreram e pelo menos dez ficaram feridas nos disparos. Israel classificou caso como "ato terrorista"

Catherine Nicholls, Antonia Mortensen e Stephanie Halasz, da CNN
Ataque a tiros deixa ao menos quatro mortos em Jerusalém
Ataque a tiros deixa ao menos quatro mortos em Jerusalém  • Reprodução/Reuters
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Autoridades europeias reagiram ao ataque a tiros em Jerusalém que deixou ao menos seis mortos e pelo menos dez feridos nesta segunda-feira (8). As autoridades utilizaram as redes sociais para publicar condolências.

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou em uma publicação no X que seu país “condena veementemente” o ataque no cruzamento de Ramot, expressando condolências às famílias das vítimas, bem como a “todo o povo israelense”.

“A espiral de violência precisa acabar. Somente uma solução política trará de volta a paz e a estabilidade para todos na região”, escreveu Macron.

O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, também condenou o ataque, escrevendo no X que "o terrorismo não deve prevalecer de forma alguma".

Ele pediu um cessar-fogo imediato na guerra entre Israel e o Hamas e a implementação da solução de dois Estados. "Chega de violência, chega de guerra", declarou ele.

Maxime Prevot, o ministro das Relações Exteriores da Bélgica, ofereceu suas "sinceras condolências" às famílias das vítimas, escrevendo no X que "o uso ilegal da violência tanto em Israel quanto na Palestina deve cessar, para encontrarmos urgentemente o caminho de volta à paz".

O Ministério das Relações Exteriores da Polônia condenou veementemente o ataque a tiros e afirmou, também no X, que o conflito em curso entre Israel e o Hamas "deve dar lugar aos esforços diplomáticos que visam estabelecer um Estado palestino dentro das fronteiras de 1967".

O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, declarou estar "profundamente chocado" com o ataque "covarde", desejando aos feridos uma rápida recuperação.

Os ministros das Relações Exteriores da Sérvia, Letônia e República Tcheca também condenaram a violência, enviando condolências aos afetados.

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